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CITTADINI PODE SER A NOVIDADE DO PEIXE

Publicado às 15h49 deste sábado, 14 de abril de 2018.
O alvinegro praiano, ainda sem nenhum investimento em relação a equipe que foi eliminada no Campeonato Paulista, estréia neste sábado (14), no Pacaembu, diante do Ceará. O Santos tenta acabar com um incômodo tabu. O time praiano não vence em uma estréia de Brasileiro desde 2005 quando goleou o Payssandu em São Caetano do Sul. Jair Ventura não revelou o time titular, mas pelo que o Blog do ADEMIR QUINTINO apurou, Cittadini tem grandes chances de reaparecer de titular.

Cittadini foi desfalque do Santos nos jogos finais diante do Palmeiras. Ele sofreu lesão muscular no empate diante do Botafogo-SP, pelas quartas de finais do Paulistão e retornou no jogo passado, na Argentina, diante do Estudiantes.

O Peixe tem muitas dificuldades de propor jogo, por isso, o treinador santista deve manter a trinca de atacantes, porém, com uma modificação no setor em relação ao time que venceu pela Libertadores. O atacante Gabriel Barbosa, que cumpriu suspensão, em Quilmes, reaparece no comando de ataque e com isso Arthur deve ir para o banco de reservas.

Se as informações do Blog estiverem corretas, o Peixe vai a campo com Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison, Cittadini e Jean Mota; Sasha, Gabriel Barbosa e Rodrygo.

106 ANOS DA MAIS BELA HISTÓRIA

Neste 14 de abril, o Santos completa 106 anos, da mais bela página que o esporte construiu. Em 1912, surgiu aquele que seria o maior clube do Mundo. O planeta conheceria, principalmente entre o fim dos anos 50 e começo dos anos 70, a essência do melhor futebol já visto no Universo.

De todos os motivos de orgulho que um clube de futebol já deu foi ter parado duas guerras (a do Congo e a de Biafra, na Nigéria, no fim dos anos 60) ambas foram interrompidas para que a população desses países pudessem ver Pelé & Cia.

E o mais curioso nessa caminhada, já mais do que centenária é que o Santos é o único dos grandes do futebol brasileiro e um dos poucos do futebol mundial, que não está em uma capital. Sofre demais por isso. A mídia paulistana, por exemplo, em grande quantidade, discrimina o clube e o trata como o "patinho feio", muitas vezes desmoralizando-o e relegando-o a um patamar longe da sua representatividade.

Porém, a nobreza e a grandeza do glorioso praiano supera qualquer discriminação e principalmente despeito.

O Alvinegro da Vila Belmiro é gigante porque a divindade quis assim e colocou nesta rota Pelé, Giovanni, Robinho, Neymar e tantos outros e o raio vai continuar caindo no templo sagrado do futebol.

Foram 102 títulos conquistados nesse período, entre eles 22 estaduais, oito brasileiros, uma Copa do Brasil, uma Copa Conmebol, uma Recopa Sul-americana, além das três libertadores (que o clube não venceu mais pois desistiu de disputa-la por alguns anos) e dois mundiais.

Torcer para o Santos, como diz o hino "é um orgulho que nem todos podem ter", jogue onde jogar.

Parabéns Santos Futebol Clube, por mais um ano de existência.

O Peixe é uma das, se não, a maior razão da minha existência e o grande amor da minha vida.

Como cronista esportivo e torcedor já vivi e viverei outros momentos inenarráveis.

Vida longa ao Embaixador do Mundo!

Sena fez três dos cinco gols.
Sub-17 ARRASADOR

Em um belo jogo de futebol, o sub-17 do Peixe, comandado pelo ótimo Luciano Santos, se reabilitou no Paulista da categoria, ao golear o São Bernardo no CT Rei Pelé por 5 a 2, na manhã deste sábado (14), no CT Rei Pelé. O destaque do jogo foi o atacante Lucas Senna que "voando baixo" como o seu homônimo, que corria na fórmula-1 nas décadas de 80 e 90, marcou três belos gols. 

Me surpreendeu positivamente o time do ABC. Muito bem armado e compactado, saiu na frente. Logo em seguida, Gabu, igualou o marcador. Minutos depois começava o show do centroavante Lucas Sena. Ele marcou o segundo do Peixe, os visitantes empataram e o camisa 9 fez mais dois, ainda na primeira etapa, sendo o último um tapa de canhota, lindo.

Luciano Santos mexeu no time ainda no primeiro tempo e o Peixe venceu o jogo.
Destaque também para o treinador santista que soube ler o jogo. Percebendo que o adversário bloqueava bastante a entrada da área, tirou o time do 4-1-4-1 e trocou um dos atacantes de lado - o menino Reift. 

No segundo tempo, o próprio Reift sofreu pênalti que Lucas Lourenço bateu e converteu.

No próximo fim de semana, o alvinegro que tem uma geração promissora nesta categoria vai a Mauá e enfrenta a Mauense. O ala Sandro, que cumpriu suspensão deve ser a novidade.


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