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VANTAGEM CONQUISTADA NA ESTREIA DA COPA DO BRASIL

Publicado às 00h54 desta quinta-feira, 27 de abril de 2017. 
Em sua estréia na Copa do Brasil deste ano, o Santos venceu o Paysandu por 2 a 0, na partida de ida, pelas oitavas de final, na noite desta quarta-feira (26), na Vila Belmiro, com gols de Bruno Henrique e Copete. Com isso, pode perder por até um gol de diferença, em Belém do Pará, dia 10 de Maio, na partida de volta.

O Peixe teve enormes dificuldades para entrar na retranca dos paraenses. No primeiro tempo, o time de Dorival Junior teve apenas uma oportunidade real e depois dos 40 minutos. A proposta dos visitantes era congestionar o meio de campo e impedir que o Glorioso criasse. Mesmo na retranca, por incrível que pareça, a equipe do técnico Marcelo Chamusca, o mesmo que levou o Guarani da série C para a B, teve as melhores chances nos 45 minutos iniciais e se não fosse o goleiro Vanderlei, tinha aberto o marcador no contra-ataque.

Veio a segunda etapa e aos 4 minutos, Bruno Henrique deu um bico na possibilidade de "zebra". O melhor atacante santista na partida recebeu próximo a grande área e marcou um golaço, ao mandar a bola no angulo esquerdo do goleiro do Paysandu. 

O gol deu um pouco mais de confiança ao Santos que não fazia uma boa apresentação. Vieram as substituições. Vitor Bueno contestado por alguns, aplaudidos por outros, deu vaga a Arthur; Hernández  substituiu Lucas Lima e Copete entrou no lugar de Matheus Ribeiro. As alterações deram novas alternativas e foi em bola parada, em jogada dos colombianos que entraram que um deles, o camisa 36, aumentou o placar de cabeça - 2 a 0. 

Em termos de resultado, a diferença é satisfatória. O Peixe não levou gols e se marcar um no estádio Mangueirão que vai estar lotado, obriga o "papão" a marcar quatro para se classificar. Porém. o placar foi melhor do que o futebol apresentado. Claro que há de se ressaltar, a retranca do time da Região Norte do país, porém, não justifica as poucas chances criadas. A segunda etapa foi melhor que a primeira, mas abaixo da capacidade que o time pode produzir.

Na próxima semana, dia 4, no Pacaembu, o alvinegro volta a campo, diante do Independente Santa Fé (COL), pela Libertadores da América. Uma vitória praticamente define a classificação do time a próxima fase. 

Já que citei o próprio da municipalidade paulistana no parágrafo anterior, o Santos precisa usa-lo mais. É inadmissível que com associados que tiveram direto a ingressos gratuitos, apenas 6.266 expectadores foram acompanhar o time no estádio Urbano Caldeira, na segunda maior competição do país. 

Infelizmente, observo os rivais SCCP e Palmeiras, com rendas de mais de R$ 1,5 milhão constantemente e o Santos com R$ 200 mil,  R$ 300 mil. Não vai aguentar. Não se pode dar o foco apenas nos direitos de transmissão de TV. A diferença é muito grande e tornará a concorrência com os rivais, a médio prazo, um verdadeiro abismo sem fim.

Como não sou de criticas gratuitas, sem sugestões, não sou partidário  de que se esqueça a Vila famosa, absolutamente, mas a proporção de jogos na baixada, onde o público tem sido constante em torno de 5 a 8 mil pessoas, precisa ser menor e o "embaixador do mundo" precisa subir mais a Serra, onde levou quase 30 mil pessoas como visitante diante do Red Bull e levou 34 mil nas quartas de finais, diante da Ponte Preta. A grandeza do Santos merece públicos melhores.  


Bruno Henrique voltou a jogar bem e abriu o marcador com um golaço. O camisa 27 não quis comemorar.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 2 X 0 PAYSANDU
Estádio da Vila Belmiro
Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)
Público e renda: 6.266 pagantes/ R$ 154.805,00
Cartões amarelos: Victor Ferraz, David Braz, Lucas Lima e Thiago Maia (SFC), Augusto Recife, Bergson e Rodrigo Andrade (PAY)
GOLS: Bruno Henrique (3'/2ºT) (1-0), Copete (44'/2ºT) (2-0)
SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Matheus Ribeiro (Copete, aos 37'/2ºT); Renato, Thiago Maia e Lucas Lima (Vladimir Hernández, aos 41'/2ºT); Vitor Bueno (Arthur Gomes, aos 16'/2ºT), Bruno Henrique e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Junior.
PAYSANDU: Emerson; Ayrton, Perema, Gilvan e Hayner; Augusto Recife, Wesley e Rodrigo Andrade (Diogo Oliveira, aos 30'/2ºT); Leandro Carvalho (Jhonnatan, aos 35'/2ºT), Bergson e Alfredo (Leandro Cearense, aos 20'/2ºT). Técnico: Marcelo Chamusca.

NOTAS DOS JOGADORES DO SANTOS
Vanderlei: Fez duas belas defesas, fundamentais para o resultado. - 7,5
Victor Ferraz: Pouco participativo no apoio na primeira etapa, melhorou nos 45 minutos finais com tabelas e cruzamentos. - 5,5
Lucas Veríssimo: Jogou o arroz com feijão. - 6,0
David Braz: Bem no jogo aéreo. - 6,0
Matheus Ribeiro: O próprio jogador me disse após a partida que há muito tempo, não atuava pela esquerda. Começou nervoso e melhorou durante o jogo. Foi substituído. - 5,0
(Copete): Entrou e marcou um gol importante para a classificação as quartas de finais da competição. - 7,0
Renato: Perdeu algumas bolas e alternou bons e discretos momentos durante os 90 minutos. - 5,5
Thiago Maia: Um dos jogadores mais regulares do time na temporada. - 6,5
Lucas Lima: Não conseguiu criar e realizar assistências. Foi substituído - 5,5
(Vladimir Hernández): Foi dele a cobrança de falta para o segundo gol. - 7,0
Vitor Bueno: Não faltou vontade do atleta, mas não vive um bom momento técnico. Foi substituído. -  5,0
(Arthur Gomes): Entrou para ser o atacante agressivo que o time tanto precisava. Foi bem marcado. - 5,5
Bruno Henrique: No primeiro tempo era o único que levava perigo a meta adversária. Tirou um "coelho da cartola" ao marcar um golaço. Depois levou uma pancada no tornozelo que dificultou o seu deslocamento. O melhor do jogo. - 8,0
Ricardo Oliveira: Pouco acionado. Quase não finalizou. - 5,5
Técnico: Dorival Junior: Não conseguiu fazer com que o time furasse a retranca do "invicto" Paysandu. Foi feliz ao colocar os colombianos que resultou no segundo gol, porém, podia ter alterado já no intervalo, em razão da pouca produção da equipe nos 45 minutos iniciais. - 5,5
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PEIXE JAMAIS PERDEU PARA O PAYSANDU COMO MANDANTE

Publicado às 20h19 desta terça-feira, 25 de abril de 2017.
Após 12 anos, o Santos vai enfrentar o Paysandu em uma competição nacional e pela primeira vez na Copa do Brasil. Nesta quarta-feira (25), às 19h30 (horário de brasília), na Vila Belmiro acontece a partida de ida das oitavas de finais. E um número interessante, na história dos confrontos entre os times, o alvinegro jamais perdeu para a equipe de Belém do Pará, em partidas realizadas no Estado de São Paulo. 

Foram nove jogos entre os times e o Santos como mandante venceu todas, sendo por goleada em seis oportunidades. 


O Peixe vai a campo com Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Matheus Ribeiro; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Vitor Bueno, Ricardo Oliveira e Bruno Henrique.

O time do Norte do país, não perde há 15 jogos na temporada.

Segue abaixo o histórico dos confrontos em território paulista:

1977 - Brasileiro
Santos 4x0 Paysandu - Vila Belmiro.
1981 - Brasileiro
Santos 4x0 Paysandu - Vila Belmiro.
1982 - Brasileiro
Santos 4x1 Paysandu - Vila Belmiro.
1983 - Brasileiro
Santos 4x1 Paysandu - Vila Belmiro.
1992 - Brasileiro
Santos 2x1 Paysandu - Vila Belmiro.
1995 - Brasileiro
Santos 2x1 Paysandu - Vila Belmiro.
2003 - Brasileiro
Santos 2x0 Paysandu - Vila Belmiro.
2004 - Brasileiro
Santos 6x0 Paysandu - Vila Belmiro.
2005 - Brasileiro
Santos 4x1 Paysandu - Anacleto Campanella.


SUBSEDE NO CALENDÁRIO DE FESTA DOS 105 ANOS

Como parte das comemorações dos 105 Anos do clube, o Santos prepara alguns eventos para seus associados e torcedores. Entre eles no próximo sábado (29), a partir das 13 horas, na Subsede, em São Paulo, acontece uma festa, com entrada gratuita, com atrações musicais, food truck e a presença de ídolos do Clube. O endereço é Avenida Avenida Indianópolis, Nº 1772, zona sul da capital. 

Segundo os responsáveis pela subsede "Todo santista é bem vindo, seja sócio, não sócio, torcedor organizado ou desorganizado" afirmou Celso Pires. "A sub sede é a casa de todo Santista em São Paulo", completou o advogado Marcello Índio.

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UMA ALTERAÇÃO CONTRA O INVICTO PAYSANDU

Publicado às 18h20 desta segunda-feira, 24 de abril de 2017.
O Peixe está preparado para enfrentar o Paysandu, no jogo de ida das oitavas de finais da Copa do Brasil, nesta quarta-feira (26), partida que marca a estréia do alvinegro na competição. Conforme o Blog do ADEMIR QUINTINO publicou com exclusividade no domingo passado (23), Matheus Ribeiro será a única novidade entre os titulares. A confirmação deve acontecer na entrevista coletiva que o treinador Dorival Junior irá conceder antes do último treino nesta terça-feira (25) à tarde, no CT Rei Pelé.

A modificação na ala esquerda acontecerá em razão das ausências de Zeca e Cajú, lesionados e Jean Mota que vai cumprir suspensão, diante do Santa Fé (COL), na próxima semana, no Pacaembu, pela Libertadores da América. Com isso, o gaúcho contratado após sagrar-se campeão da série B, terá oportunidade na ala canhota. Uma das justificativas da diretoria para a sua contratação foi o fato de ser ambidestro.

O Peixe vai enfrentar um time que vem de 15 partidas invictas. Os paraenses não perdem desde 12 de fevereiro quando foram derrotados para o Remo por 2 a 1.

O Paysandu deixou Belém do Pará, na manhã desta segunda-feira e amanhã, também, vai treinar no CT Rei Pelé. O time de Marcelo Chamusca deve manter a improvisação de Hayner que é destro, que está pela lateral-esquerda. A equipe deve ter uma modificação. O volante Rodrigo Andrade deve reforçar o meio-campo. O provável time deve começar o jogo na Vila com Emerson; Ayrton, Perema, Gilvan e Hayner; Augusto Recife, Rodrigo Andrade, Wesley e Diogo Oliveira; Bergson e Leandro Carvalho.  

Já o time da Vila, na atividade comandada pelo treinador Dorival Junior nesta segunda-feira, já teve Matheus Ribeiro entre os titulares. Sendo assim, o alvinegro começará o duelo com Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Matheus Ribeiro; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Vitor Bueno, Ricardo Oliveira e Bruno Henrique. 

CONFIRA A SEQUÊNCIA DE JOGOS INVICTOS DO ADVERSÁRIO DO SANTOS

15/02 – Paysandu 3x0 São Francisco – Paraense
18/02 – Águia 0x3 Paysandu – Paraense
23/02 – Castanhal 0x1 Paysandu – Paraense
04/03 – Galvez-AC 0x0 Paysandu – Copa Verde
12/03 – Paysandu 1x0 Independente – Paraense
17/03 – Paysandu 2x0 Galvez-AC – Copa Verde
21/03 – Paysandu 3x0 São Francisco – Paraense
26/03 – Paysandu 1x1 Remo – Paraense
31/03 – Águia 1x2 Paysandu – Copa Verde
04/04 – Paysandu 1x0 Águia – Copa Verde
08/04 – Paysandu 1x1 Águia – Paraense
11/04 – São Raimundo 0x0 Paysandu – Paraense
15/04 – Santos-AP 1x1 Paysandu – Copa Verde
18/04 – Paysandu 3x1 Santos-AP – Copa Verde
22/04 – Paysandu 3x1 São Raimundo - Paraense

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MATHEUS RIBEIRO PODE SER A NOVIDADE DIANTE DO PAPÃO

Publicado Às 15h01 deste domingo, 23 de abril de 2017.
O técnico Dorival Junior tem um dúvida para escalar o time do Santos na quarta-feira (26), às 19h30, em Vila Belmiro, na partida da ida das oitavas de final da Copa do Brasil diante do Paysandu. É na lateral-esquerda. Zeca, o titular, realizou intervenção cirúrgica e necessita de mais 30 dias para se recuperar. Caju, também faz tratamento após contusão e necessita de pelo menos mais 15 dias e Jean Mota, não pode ser utilizado na semana seguinte, diante do Santa Fé, em razão de ter sido expulso na Colômbia. Com isso, o Blog do ADEMIR QUINTINO apurou que a possibilidade de Matheus Ribeiro ser o titular já diante do Papão é muito grande.

O lateral ambi-destro contratado no começo do ano, após sagrar-se campeão Brasileiro da série B, pelo Atlético Goianense, atuou apenas quatro vezes com o manto alvinegro (um amistoso e três jogos no Campeonato Paulista). A última oportunidade que ele teve foi inclusive de titular da lateral-direita, no confronto diante do Novorizontino, pela última rodada, da fase de classificação, do estadual. Na ala esquerda, o camisa 13 ainda não atuou.

Matheus Ribeiro é gaúcho de Erechim. Ele tem 24 anos, 1,78m e 69 kg e pode ganhar a grande oportunidade na carreira, neste meio de semana. Se jogar e agradar, será mantido no time para o duelo da quarta rodada da fase de grupos da Libertadores, no dia 4, no Pacaembu, diante dos colombianos do Independente Santa Fé.

O treinador Dorival Junior tem mais duas atividades, antes do duelo contra o time de Belém do Pará para definir o lateral-esquerdo titular. Nesta segunda-feira (24), os jogadores treinarão no CT Rei Pelé, à partir das 09h30.  

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PAYSANDU, O ADVERSÁRIO NA COPA DO BRASIL

Publicado às 13h10 desta quinta-feira, 20 de abril de 2017.
O Santos já sabe quem será o seu adversário nas oitavas de final da Copa do Brasil deste ano. Como participa da Libertadores da América, o alvinegro entra apenas nas oitavas de final. Após o sorteio realizado nesta quinta-feira (20) na sede da CBF, o Peixe enfrentará o Payssandu (PA).

O adversário paraense também entra apenas nesta fase da competição nacional, por ter conquistado a Copa Verde. 

O primeiro jogo acontece na Vila Belmiro. Os jogos da ida poderão ser nos dias 26/04, 03, 10 ou 16/5.

O Time da Vila conquistou a Copa do Brasil em 2010, diante do Vitória/BA e foi vice em 2015.

Saiba os demais duelos:

Santos/SP x Paysandu/PA
Atlético/PR x Santa Cruz/PE
Grêmio/RS x Fluminense/RJ
Flamengo/RJ x Atlético/GO
Palmeiras/SP x Internacional/RS
Botafogo/RJ x Sport/PE
Chapecoense/SC x Cruzeiro/MG
Atlético/MG x Paraná/PR.

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PONTO IMPORTANTE

Publicado à 01h31 desta quinta-feira, 20 de abril de 2017.
O Santos foi até Bogotá e continua líder do grupo 2 da Copa Libertadores da América. Bem longe de ter feito uma atuação de gala, o time de Dorival Junior empatou em 0 a 0 com o Independente Santa Fé (COL). Com o resultado, o Peixe tem cinco pontos, contra quatro do The Strongest (BOL) e dos colombianos adversários desta noite, além de dois do lanterna Sporting Cristal (PER).


Com os mesmos atletas, porém sem mexer na estrutura do time, o Santos foi diferente taticamente, desde os primeiros minutos. A equipe que nos últimos anos, sempre quis ter mais posse de bola, preferiu dar a mesma ao adversário e explorar os contra-ataques, porém, o goleiro colombiano não trabalhou na primeira etapa, em razão do jogo truncado e a bola que não chegou na frente para que Ricardo Oliveira ou outro atacante pudessem concluir a gol.

Veio o segundo tempo, e o Santos após sentir que o "bicho não era tão feio como parecia ser" (O Santa Fé tinha três defensores em linha, todos pesados e sem sobra) foi um pouco mais a frente (não muito), nos primeiros minutos da etapa complementar, principalmente com Bruno Henrique pelo lado esquerdo do campo, mas faltava alguém para tabelar com o avante e era visível a preocupação do time santista com a defesa e principalmente em não perder. Ainda assim, o lateral Victor Ferraz salvou uma bola em cima da linha e chutou uma outra, na trave direita do goleiro Castellanos.

Não bastasse isso, o árbitro e os assistentes argentinos, extremamente caseiros, davam mais infrações, muitas inexistentes para o Independente, mas nada justifica a ausência de ímpeto do ataque santista. Jean Mota que já tinha levado um amarelo, ainda no primeiro tempo, demorou para bater a falta, e com isso, após o árbitro ser alertado por um dos bandeiras, acabou sendo expulso há 10 minutos do fim do tempo regulamentar. Ainda teve outros seis minutos de acréscimo, mas o resultado da partida estava selado.

O time de Bogotá me decepcionou bastante no aspecto técnico, principalmente nesse jogo, já que utilizou uns homenzarrões sem velocidade e preferiam um futebol de força, mas partiram desesperadamente nos minutos finais para a frente, já que tinham um jogador a mais, mas deram o contra-golpe. Um pouco mais de confiança, capricho e o gol da vitória alvinegra poderia ter vindo.

A vitória não aconteceu, mas não é menos verdade que o ponto conquistado foi importante. Na Libertadores, tem de pontuar fora e levar na bagagem pelo menos um, além de matar as partidas em casa, e isso, o alvinegro efetivamente fez nas três rodadas, porém, o futebol visto principalmente no segundo semestre do ano passado (principalmente em jogos como diante do São Paulo, Atlético-MG, Palmeiras e Ponte Preta), ainda não voltou. A grande oportunidade para isso acontecer será no dia 4, no Pacaembu, diante do mesmo adversário desta noite pela quarta rodada da fase de grupos. 

O treinador Dorival Junior vai ter duas semanas para treinar o time exclusivamente para este duelo diante do time da capital colombiana e o torcedor santista da Grande São Paulo, que tem comparecido em bom número nos jogos no Pacaembu, deve empurrar o Glorioso para uma vitória que o deixará com uma mão e meia na classificação antecipada. Melhor chance não existe para a retomada da confiança perdida após resultados ruins no Paulistão, deste ano.

FICHA TÉCNICA
INDEPENDENTE SANTA FE 0 X 0 SANTOS
Estádio EL Campin, Bogotá, Colômbia 
Árbitro: Fernando Rapallini (ARG)
Público e renda: Não divulgados
Cartões amarelos: Gordillo, Gómez, Perlaza, Mosquera e Plata (SFE), Thiago Maia e Bruno Henrique (SFC)
Cartões vermelhos: Jean Mota (SAN)
INDEPENDENTE SANTA FÉ: Castellanos; Juan Roa, José Moya, Urrego e Mosquera; Gordillo, Perlaza (Omar Pérez – 16’/2ºT) , Gómez e Arango (Plata – 31’/2ºT); José Valencia (Ceter - intervalo) e Stracqualursi. Técnico: Gustavo Costas

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz, Jean Mota; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Vitor Bueno (Leandro Donizete – 39’/2ºT), Bruno Henrique (Yuri – 49’/2ºT) e Ricardo Oliveira Copete – 24’/2ºT). Técnico: Dorival Júnior.


Copete entrou no segundo tempo para atuar de centroavante, como um falso 9.

NOTAS DOS JOGADORES DO 
SANTOS
Vanderlei: Pouco trabalhou. O Santa Fé não agrediu como se esperava. - 5,5
Victor Ferraz: Pé direito salvador ao tirar em cima da linha, a chance mais perigosa dos colombianos. O camisa 4 também chutou uma bola na trave, na única finalização certa do time santista em todo o jogo. - 6,5
Lucas Veríssimo: Jogou sério, como tem de ser na Libertadores. Sem sustos. - 6,0
David Braz: Rifou algumas bolas quando foi apertado, mas teve atuação segura. - 6,0
Jean Mota: O cartão amarelo que recebeu no primeiro tempo foi exagerado. Não comprometia, mas acabou sendo expulso. - 5,0
Renato: Era o homem da bola de segurança quando os colombianos apertavam a saída de bola. Ficou a frente dos zagueiros e não tentou ser elemento surpresa do meio para frente. - 5,5
Thiago Maia: O melhor jogador do Santos no primeiro semestre, ao lado de Bruno Henrique, roubou bolas como de costume, foi eficaz na marcação, mas levou um amarelo bobo por reclamação. - 5,5
Lucas Lima: Teve que buscar a bola constantemente quase que no campo defensivo. Prendeu a "gorduchinha" quando o Santos ficou com um jogador a menos. - 6,0
Vitor Bueno: Ainda não reeditou o ótimo futebol da temporada passada. Encarou no corpo a corpo a defesa forte dos colombianos. - 5,0
(Leandro Donizete): Entrou para fechar o lado esquerdo da defesa. Na primeira bola, errou um passe. - 5,0
Bruno Henrique: O "Bolt" santista foi o único que ainda incomodou a defesa colombiana com sua rapidez. Depois que apanhou de Gordillo, sumiu um pouco da partida. - 6,5
(Yuri): Entrou apenas para o treinador queimar alguns segundos com a substituição. - SEM NOTA
Ricardo Oliveira: A bola não chegou no camisa 9. Nas poucas vezes que pegou nela, estava isolado. Foi substituído. - 5,5
Copete: Entrou para ser um falso 9. Com a expulsão de Jean Mota foi ajudar a defesa. - 5,5
Técnico: Dorival Júnior: Conseguiu anular o adversário e o Santos correu poucos riscos, mas para não dizer que não falei das flores, faltou ter qualidade no contra-ataque, algo que não aconteceu. - 6,0

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