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REABILITAÇÃO

Publicado às 20h27 desta terça-feira, 20 de novembro de 2018.
Após quatro derrotas seguidas no Brasileirão, o Peixe busca o reencontro com a vitória e vai pegar uma equipe que vive justamente uma situação contrária. O Santos joga nesta quarta-feira (21), às 21h, diante do Botafogo-RJ, na Vila Belmiro, pela antepenúltima rodada da competição. O alvinegro carioca vem de quatro vitórias consecutivas.

Para o duelo deste meio de semana, o técnico Cuca não contará novamente com os estrangeiros que estiveram em ação pelas suas respectivas seleções nesta terça-feira (20), data-FIFA. Sendo assim, Derlis, Sánchez e Bryan Ruiz seguem como desfalques. O atacante Bruno Henrique está suspenso. Ele deixou o gramado na última partida diante do América-MG, com uma lesão em um dos joelhos. O jogador já realizou exame para saber a gravidade e um edema na fíbula foi detetado. Ele não deve mais jogar este ano. O jovem Guilherme Nunes que atuou apenas nove minutos, no último fim de semana, com dores na bacia é outra ausência, além de Lucas Veríssimo que permanece no departamento médico.

Em compensação, Luiz Felipe, recuperado de lesão muscular e o centroavante Felippe Cardoso, que atuou apenas em uma partida e tratou de uma lombalgia, ficam à disposição. O volante Yuri que cumpriu suspensão, em Belo Horizonte, também foi relacionado e outra novidade é o jovem meio-campista Anderson Ceará, que atuou no time B, durante a temporada e também ganha a primeira oportunidade no mínimo no banco de reservas. 

Apesar de ainda reunir chances matemáticas e improvável de ir a Libertadores da América, a equipe do alvinegro da Vila famosa luta mesmo para terminar a competição de forma digna, após ter feito a segunda melhor campanha do returno por diversas rodadas e após os quatro últimos resultados negativos, despencou para a sexta melhor campanha da segunda metade do campeonato e a décima na colocação geral até o momento.

O provável Santos deve começar a partida com Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Pituca e Rodrygo (Jean Mota); Arthur (Rodrygo), Gabriel Barbosa e Copete.

Lista de relacionados por ordem alfabética:
Alison
Anderson Ceará
Arthur Gomes
Copete
Daniel Guedes
Diego Pituca
Dodô
Eduardo Sasha
Felippe Cardoso
Gabriel Calabres
Gabriel
Gustavo Henrique
Jean Mota
John Victor
Kaique Rocha
Léo Cittadini
Luiz Felipe
Renato
Rodrygo
Vanderlei
Victor Ferraz
Vladimir
Yuri

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QUARTA DERROTA SEGUIDA E FIM DO SONHO DA LIBERTADORES

Publicado às 21h04 deste domingo, 18 de novembro de 2018.
O sonho de um objetivo maior no final da temporada terminou para o Santos. O Peixe perdeu pela quarta vez consecutiva na competição. Desta vez, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, para o América-MG, por 2 a 1. O 'Coelho' não vencia há 11 jogos. O Alvinegro vai cumprir tabela nos três últimos jogos que lhe restam diante do Botafogo-RJ, Atlético-MG e Sport-PE. Depois de uma recuperação surpreendente, a equipe derrapou nos jogos finais, em sua pior sequência na temporada e apesar de ainda ter remotas chances matemáticas, perde a chance de disputar a Libertadores do ano que vem.

O técnico Cuca novamente preferiu escalar a equipe com uma improvisação na defesa. Sem Lucas Veríssimo e Luiz Felipe no departamento médico e os estrangeiros Bryan Ruiz, Sánchez e Derlis nas suas respectivas seleções, Alison foi recuado para a zaga e Guilherme Nunes entrou na cabeça da área. O atacante Rodrygo foi improvisado como armador e Copete ganhou mais uma chance na frente. 

O primeiro tempo do Santos foi ruim no aspecto técnico. Pouca coisa deu certo. Ainda assim, o time foi para o intervalo com o empate. Os donos da casa abriram o placar com Rafael Moura e o time da Vila chegou ao empate, após Copete roubar a bola, cometer falta (não marcada pela arbitragem) e na sequência da jogada, Gabriel Barbosa, artilheiro do campeonato, marcar o seu 17o. gol no torneio. 

Vou repetir uma frase que usei no post anterior, 'Não existe nada ruim que não possa piorar'. Se o primeiro tempo do Santos foi péssimo, o segundo foi ainda pior. A confiança que já não era grande foi embora definitivamente e a bola queimava no pé dos atletas. Parecia um 'catadão'. 

O Santos deu a bola para o América Mineiro jogar e nem o contra-golpe conseguia acertar. Parecia o time de Jair Ventura, que deu raiva no primeiro semestre. Era questão de tempo para o gol dos mineiros sair, o que efetivamente aconteceu com Matheusinho. Entretanto, ao contrário do jogo contra o Palmeiras, quando o time demonstrou poder de reação, a equipe aceitou passivamente o resultado.

Apesar de ainda restarem três jogos, foi uma temporada que não deixará saudades. O time não conquistou títulos e tampouco a vaga a Libertadores 2019 que chegou a ser uma realidade após uma arrancada após a Cuca assumir como técnico. 

Um time da grandeza do Santos, que fazia um segundo turno excelente, não pode perder seis pontos para o América-MG em um campeonato e ser derrotado em casa para a Chapecoense, em um momento decisivo.

O Santos em 2018 ficou várias rodadas na zona de rebaixamento, perdeu a classificação na Libertadores deste ano por erro de inscrição, sem ter sofrido um gol sequer nas oitavas de finais, não pode usar três reforços contratados há tempo de serem utilizados nas quartas de final da Copa do Brasil, diante do Cruzeiro.

Também teve erro de planejamento. Se livraram de David Braz com o argumento de diminuir a folha salarial (o Santos não recebeu pelo empréstimo do beque), com a convicção que três zagueiros dariam conta do recado (não contavam com a ascensão de Bambu ainda) e na fase decisiva, precisaram de mais um defensor em razão de lesões de dois deles e nos últimos jogos, jogadores tiveram de ser improvisados na função. 

Citei no parágrafo anterior, alguns equívocos do segundo semestre, já que tivemos Executivo de futebol por apenas 45 dias- Gustavo Vieira, depois um longo período sem contratar um novo, até o desembarque de Ricardo Gomes, que pediu demissão em menos de 90 dias, para ir para a França e a contratação do técnico Jair Ventura, que também demorou para sair (somente após a Copa do Mundo), com convicções que não são compatíveis com a proposta santista em sua história.

Sem dinheiro para grandes contratações (os 50% de Rodrygo já foram utilizados no fluxo de caixa e na aquisição de reforços como Sánchez e Ruiz), o clube não terá grande poder de investimento. Vai ter que ser cirúrgico nas apostas que vai realizar.

O técnico Cuca assumiu a culpa pela má performance da equipe.

FICHA TÉCNICA
AMÉRICA-MG 2 x 1 SANTOS
Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA)
Cartões amarelos: Norberto, Zé Ricardo, Rafael Moura e Christian (AME) e Bruno Henrique (SFC).
GOLS: Rafael Moura (aos 30'/1T) (1-0), Gabriel Barbosa (aos 45'/1) (1-1) e  Matheusinho (aos 19'/2T) (1-2)
AMÉRICA-MG: João Ricardo, Norberto, Messias, Matheus Ferraz e Carlinhos (Giovanni, aos 28'/2T); Juninho, Zé Ricardo e Matheusinho (Christian, aos 32'/2T); Ademir (Aylon, aos 16'/1T), Luan e Rafael Moura. Técnico: Givanildo Oliveira
SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Alison, Gustavo Henrique e Dodô; Guilherme Nunes (Renato, aos 9'/1T), Diego Pituca e Bruno Henrique (Arthur, aos 22'/2T); Copete (Sasha, aos 28'/2T); Rodrygo e Gabriel Barbosa Técnico: Cuca.

NOTAS DOS JOGADORES DO SANTOS:
Vanderlei: Sem culpa em nenhum dos gols. Fez uma grande defesa na primeira etapa. - 6,0
Victor Ferraz: Não foi tanto a frente. Ficou mais guardando a posição. - 5,0
Alison: Improvisado. Se mandou algumas vezes para frente, mas não comprometeu. - 5,0
Gustavo Henrique: No primeiro gol não conseguiu desviar a bola que foi concluída por Rafael Moura e no segundo do adversário teve a infelicidade da bola ser desviada em seu corpo. - 4,0
Dodô: Tecnicamente bem abaixo. Não apoiou e fez algumas faltas por não conseguir antecipar ou marcar com precisão. - 4,5
Guilherme Nunes: Jogou apenas nove minutos. Também teve a infelicidade de se lesionar e teve de ser substituído. - SEM NOTA
(Renato): Fez o simples da função. Marcou e deu passes curtos. - 5,5
Pituca: Não teve uma das suas melhores atuações e ainda assim, foi um dos poucos que escaparam da péssima jornada. No primeiro gol, também não conseguiu impedir o avanço do ataque do time mineiro. - 5,0
Bruno Henrique: Deu belo cruzamento no gol de Gabriel Barbosa. Dos últimos jogos, foi o que melhor atuou, mas longe do atacante referência que foi em 2017. Saiu com uma lesão no joelho preocupante. Vai realizar exames médicos para saber a gravidade. - 6,0
(Arthur): Não conseguiu dar a velocidade que o time precisava pelo lado do campo. - 5,0
Copete: Jogador de muita força, mas com pouca habilidade, fez uma única jogada na partida. A do gol santista. Brigou e cometeu falta no lance, mas a arbitragem não anotou. - 5,0
(Sasha): Jogou menos de 20 minutos. Pouco pegou na bola. - SEM NOTA
Rodrygo: Irreconhecível. No segundo tempo, alguns passes curtos. É apenas um menino de 17 anos que vai oscilar. Seu talento é indiscutível. Começou improvisado de armador, depois foi deslocado para as beirados. - 4,5
Gabriel Barbosa: Fez o que se espera dele, o gol. Ainda deu um belo chapéu no lado esquerdo do campo. - 6,5
Técnico: Cuca: Preferiu improvisar na zaga. Ficou com receio de queimar o jovem Kaique. Não teve sucesso na tentativa de reanimar o grupo que veio pior do vestiário, após o intervalo. - 4,5

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VENCER OU VENCER

Publicado às 08h40 deste domingo, 18 de novembro de 2018.
Não existe nada tão ruim que não possa piorar. Neste sábado (17), os concorrentes diretos do Santos pela última vaga a pré-libertadores de 2019, venceram na abertura da 35a. rodada do Brasileirão. Tanto o Atlético-PR, que bateu o Vitória, na Bahia, por 2 a 1, como o Galo, que venceu o Bahia, em Minas Gerais, por 1 a 0. Sendo assim, só resta ao Peixe, que vem de três derrotas consecutiva, uma alternativa para ainda continuar na briga. Vencer o América-MG, neste domingo (18), às 17h, no Estádio Independência, para tentar ultrapassar seus adversários, nas três rodadas que lhe restarão. Situação periclitante, bastante muito difícil.

Não bastasse isso, Cuca segue com diversos problemas para escalar a equipe. O treinador não contará com os três estrangeiros, servindo suas respectivas seleções - Sánchez (Uruguai), Derlis (Paraguai) e Bryan Ruiz (Costa Rica); Luiz Felipe, Lucas Veríssimo e o recém chegado Felippe Cardoso no departamento médico, além do polivalente Yuri suspenso pelo terceiro amarelo. Dodô, com dores no joelho esquerdo , não teve lesão, mas não treinou com a bola na última atividade antes do jogo de hoje, pode ser ausência e por fim, o lateral-direito Victor Ferraz que sente dores nas costas também é dúvida.

O Blog do ADEMIR QUINTINO conversou rapidamente com o capitão do time Victor Ferraz que limitou-se a dizer apenas o seguinte sobre se ele terá condições de jogo ou não, neste domingo:
"Não sei ainda. Vamos ver lá (no Estádio)"
Cogitado para estrear na rodada passada, o promissor Kaique Rocha deve ser a novidade na zaga santista. Existe a possibilidade da improvisação de Renato, mas a tendência é de que o jovem de 17 anos comece a construir sua história com a camisa do time principal.

Na lateral-direita, se Victor Ferraz não atuar, Daniel Guedes é o substituto imediato e na esquerda, se Dodô não reunir condições de atuar, Jean Mota será improvisado.

A dúvida se Dodô pode ou não ser escalado, mexe em duas posições. Se Jean Mota não atuar improvisado na ala-esquerda, ele reaparece no meio-campo, onde não comprometia na rodada passada diante do Flamengo. Se Mota tiver que ir na ala, Renato ou Arthur, um deles, ganha uma vaga no meio-campo, mas quem deve ser improvisado para abastecer o ataque se isso acontecer, deve ser Rodrygo e altera-se até o esquema.

Após três fracassos na hora decisiva, chegou a hora da verdade para o Santos. Superar as limitações do elenco, atropelar o penúltimo colocado e seguir vivo com esperanças nos jogos diante de Botafogo-RJ (que vem de três vitórias seguidas), Atlético-MG e Sport-PE.

O Peixe encara quatro decisões consecutivas e a primeira delas é neste fim de semana. Se não for na técnica, que seja na raça, se não der em ambas, que seja na força do manto alvinegro.

O provável Santos hoje deve ir a campo com Vanderlei; Victor Ferraz (Daniel Guedes), Kaique, Gustavo Henrique e Jean Mota (Dodô); Alison, Pituca e Renato (Arthur); Rodrygo, Gabriel Barbosa e Bruno Henrique.

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DESILUSÃO

Publicado às 09h45 desta sexta-feira, 16 de novembro de 2018.
Depois de ter realizado quase que um turno inteiro maravilhoso, com a segunda melhor campanha em parte dele, atrás apenas do Palmeiras, o Peixe voltou a derrapar na hora mais decisiva. Nesta quinta-feira (15), no Maracanã, o Santos perdeu seu terceiro jogo seguido, desta vez para o Flamengo, por 1 a 0. O time da cidade maravilhosa dirigido por Dorival Junior não vencia há três jogos. O resultado afasta cada vez mais o time da Vila de uma possibilidade de vaga na Libertadores da América do ano que vem. Faltando quatro jogos para encerrar o Brasileiro, a diferença do alvinegro para o sexto colocado é de quatro pontos. 

O técnico Cuca (que pelas informações que o Blog do ADEMIR QUINTINO colheu não ficará para 2019), apesar do Flamengo ter dois meias de criação - Diego e Éverton Ribeiro e sem poder escalar os três estrangeiros - Sánchez, Derlis e Bryan Ruiz , convocados para defender suas seleções, além das ausências dos zagueiros Lucas Veríssimo e Luiz Felipe, não escalou a equipe com três volantes e apostou em Arthur improvisado na armação com três atacantes. Na zaga, o comandante  santista preferiu novamente a improvisação de Yuri e com isso, o jovem Kaique Rocha, de apenas 17 anos, não estreou nos profissionais e ficou no banco de reservas. 

No primeiro tempo, a transição do meio para o ataque não funcionou. Faltava o coordenador de jogadas. O Flamengo tomou conta do jogo, porém, não é menos verdade, o Peixe conseguiu bloquear a entrada do time rubro-negro na grande área e os cariocas finalizaram com perigo, apenas uma vez.  O time da casa saiu vaiado pelos seus torcedores no intervalo.

Na segunda etapa, o treinador santista sacou Arthur e colocou Jean Mota. Nos primeiros minutos, a condição de levar a bola a frente melhorou um pouco. Rodrygo que pouco tinha sido acionado na primeira etapa, começou a realizar algumas jogadas e o jogo ficou equilibrado. 

Logo em seguida, Dodô sofreu uma lesão no joelho esquerdo e teve que deixar o gramado. Jean Mota foi deslocado para a lateral, já que o Peixe não tem um reserva imediato para a posição e Renato entrou no meio-campo.

Dorival Junior tratou de colocar o rápido Berrio pela direita do ataque e ali saiu o único gol do jogo. Bola no colombiano, o cruzamento para o centro da área e Henrique Dourado, outro que entrou na segunda etapa, abriu o placar.

Minutos antes do time da Gávea marcar o gol, o Peixe perdeu uma ótima oportunidade de sair na frente. Bruno Henrique foi a linha de fundo e cruzou na pequena área. O artilheiro do campeonato Gabriel Barbosa chutou e César defendeu. "O futebol não tolera desaforos".

Quando a partida se aproximava do seu final, Bruno Henrique roubou a bola de Léo Duarte e sobrou para Gabriel Barbosa que sofreu penalidade máxima do zagueiro. O camisa 10 santista que vai embora ao final do campeonato pegou a bola, bateu e o goleiro flamenguista defendeu.

A situação do Santos em termos de classificação a competição continental ficou muito difícil. Com a vitória do Galo sobre o Paraná no meio de semana, fez com que o time mineiro pulasse quatro pontos a frente do alvinegro praiano. Entretanto, os times se enfrentam na penúltima rodada na Vila Belmiro, dia 24. Além de vencer os quatro jogos que lhe restam - América-MG, Botafogo-RJ, Atlético-MG e Sport-PE, o Santos ainda vai depender de o concorrente de Minas Gerais empatar pelo menos mais uma partida e o Furacão do Paraná também, outro que briga pela última vaga no G-6.

A verdade é que fica provado que o Santos tem um até um bom time, bem comandado e Cuca foi o grande responsável de o torcedor santista ter tido tranquilidade quanto a possibilidade de rebaixamento, pois graças a ele, a equipe saiu das últimas posições, onde ficou muito tempo com Jair Ventura, porém, não tem um elenco com peças de reposição a altura em determinadas posições. Não tem um ala esquerdo reserva, quando perde Sanchez não tem um meio-campista para distribuir jogo ao ataque, só para citar duas das carências. 

Além disso, são em jogos decisivos, quando você mais precisa da equipe, que você separa os jogadores com espírito de campeão dos demais. A equipe errou em momentos cruciais. Mesmo com os desfalques, o alvinegro perdeu para a Chapecoense que foi derrotado neste meio de semana, em casa para o Botafogo-RJ. Um time que tem objetivos na competição, não pode se dar ao luxo de perder pontos importantes em uma reta decisiva.

A delegação seguiu do Rio de Janeiro direto para Belo Horizonte. Além das três derrotas seguidas, o time dá sinais de que está em queda na competição, pois dos últimos 15 pontos, conquistou apenas quatro (empate com o Inter no Sul e vitória diante do Fluminense na Vila). 

Para a partida diante do Coelho de Minas, no próximo domingo (18), Cuca não deverá ter Dodô com lesão no joelho esquerdo e que será avaliado nesta sexta-feira (16). Também não poderá contar com os retornos dos estrangeiros que servem as seleções dos seus respectivos países e Yuri também fica de fora, pois recebeu o terceiro amarelo. Os defensores Veríssimo e Luís Felipe também devem seguir como desfalques e outro resultado que não seja o da vitória, na próxima rodada, retira definitivamente a equipe de qualquer possibilidade de um objetivo maior na competição.  

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 1 X 0 SANTOS
Estádio do Maracanã - Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR)
Público e renda: 43.457 pagantes / R$ 1.136.024,00 
Cartões amarelos - Léo Duarte, Rodinei e Pará (FLA); Yuri, Alison, Jean Mota, Gabriel Barbosa e Gustavo Henrique (SFC)
Gol: Henrique Dourado (1-0, 28'/2ºT)
FLAMENGO: César; Rodinei, Léo Duarte, Réver e Pará; Cuéllar, Rômulo (Jean Lucas, 24'/2ºT), Diego e Everton Ribeiro; Vitinho (Berrío, 24'/2ºT) e Uribe (Henrique Dourado, Intervalo) - Técnico: Dorival Júnior
SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Yuri e Dodô (Renato, 12'/2ºT); Alison (Sasha, 42'/2ºT), Pituca e Arthur (Jean Mota, Intervalo); Rodrygo, Gabriel Barbosa e Bruno Henrique  - Técnico: Cuca.

Bruno Henrique fez bom segundo-tempo.
NOTAS DOS JOGADORES DO SANTOS 
Vanderlei: Sem culpa no gol sofrido. Saiu errado em uma bola que atingiu o companheiro Gustavo Henrique. Nenhuma grande defesa. - 6,0 
Victor Ferraz: Boas trocas de passes, mas deixou espaços na marcação. - 5,5 
Gustavo Henrique: Foi rebatedor quando precisou. - 6,0
Yuri: Começou bem, inclusive marcando a frente, acompanhando o atacante, entretanto, depois que recebeu o cartão amarelo, não podia mais dar o bote com força, pois poderia ser expulso e teve mais dificuldades. Novamente foi improvisado na função. - 5,0
Dodô: Não conseguiu ir a frente ajudar no apoio, mas dava conta da marcação. Saiu lesionado e preocupa para a próxima rodada. - 5,0
(Renato): Entrou para desempenhar uma função um pouco mais a frente do que normalmente costuma realizar. Pouco apareceu na partida. - 5,0
Alison: Acompanhou bem Diego no primeiro tempo. Porém, o camisa 10 que vive péssimo momento no time da gávea foi quem lançou a bola para Berrio, no único gol do jogo. - 5,5
(Sasha): Pouco mais de cinco minutos em campo. - SEM NOTA 
Pituca: O melhor do meio-campo santista. Uma antecipação na área adversária no primeiro tempo na única jogada de perigo no ataque santista e ótima enfiada de bola para Bruno Henrique em gol perdido de Gabriel Barbosa. - 6,5
Arthur: Ficou perdido na função de armador. Sentiu falta de Sánchez com quem no clássico diante do SCCP, revezou entre o meio e a ponta-direita. Abandonou a posição e tomou algumas decisões erradas. Foi substituído. - 5,0
Jean Mota: Entrou bem no meio. Ajudava na recomposição e deu alternativas para o ataque, porém, quando foi para a lateral deu espaços e em uma delas, Diego achou Berrio em suas costas e originou o gol que deu a vitória ao Flamengo. - 4,5
Rodrygo: Um primeiro tempo discreto. Na segunda etapa, fez uma bela jogada enfileirando a defesa adversária. - 5,5 
Gabriel Barbosa: Apesar de jovem é um dos mais experientes do elenco, em razão de já ter quase cinco anos de profissional, com medalha de ouro em olimpíada inclusive. Perdeu gol feito na pequena área e perdeu um pênalti. Era o momento que o time mais precisava do artilheiro do campeonato. - 4,0
Bruno Henrique:  Não realizava boa partida, porém, ganhou todas no alto, inclusive ajudando a defesa. Tomou a bola de Léo Duarte, no lance do pênalti e deu uma maravilhosa assistência no gol perdido por Gabriel Barbosa. - 6,0
Técnico: Cuca: O maior responsável pelo time ter saído da zona do rebaixamento. Apesar de o presidente do clube ter dito em nota oficial que "os arautos do pessimismo" falaram em rebaixamento, se o time ainda fosse dirigido pelo antecessor Jair Ventura, eu tenho convicção, sem medo de errar, que o drama desta possibilidade estaria vivo. Acertou em tirar Alison da zaga, mas poderia ter dado chance ao jovem Kaique que já demonstrou ter potencial. Insistiu num erro cometido por Ventura, em colocar quatro atacantes. Corrigiu no intervalo. Levou azar ao perder Dodô machucado e ter que improvisar Jean Mota que estava bem no meio, mas deu espaços na marcação. - 5,0


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REABILITAÇÃO FORA DE CASA OU ADEUS LIBERTADORES 2019

Publicado ás  de15h29 desta quarta-feira, 14 de novembro de 2018.
Após duas derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro, o Peixe viaja para dois jogos fora de casa, dos últimos cinco que lhe restam em busca de uma vaga na Copa Libertadores da América do ano que vem. Nesta quinta-feira (15), o time de Cuca, novamente desfalcado, agora de cinco (podendo ser sete) jogadores, encara o Flamengo, no Maracanã às 17h. Um ponto atrás do Atlético-MG, sexto colocado e com a mesma pontuação do Atlético-PR, o alvinegro da Vila não pode, sob nenhuma hipótese, deixar de conquistar pontos na cidade maravilhosa e na capital mineira. No fim de semana, o Santos vai a Belo Horizonte e enfrenta o América-MG.

Cuca vai administrando novamente os problemas para a escalar a equipe. Na derrota para os catarinenses da Chapecoense, na última segunda-feira (12), o comandante técnico não contou com seis jogadores. Neste feriado, no Rio de Janeiro, ele já tem cinco desfalques certos. Os zagueiros Luiz Felipe e Lucas Veríssimo, em recuperação de lesões, seguem fora e os três estrangeiros do elenco, Carlos Sánchez, Derlis González e Bryan Ruiz, foram convocados para as seleções de seus respectivos países - Uruguai, Paraguai e Costa Rica.

E a lista de ausências pode aumentar. Os jovens Rodrygo e Arthur participaram apenas de parte da última atividade, antes do embarque da delegação, em razão do CK (exame que avalia o desgaste de cada atleta) estar com o nível elevado. 

Em compensação, o ala Victor Ferraz, o volante Pituca e o atacante Gabriel Barbosa, artilheiro da competição com 16 gols, tem seus retornos garantidos.

A partida deve marcar a estréia do jovem Kaique Rocha entre os titulares. O defensor é prata da casa e mesmo apenas aos 17 anos foi titular do Peixe na última Copa São Paulo. O atleta era o capitão da equipe sub-17 comandada por Luciano Santos que está na semifinal da Copa do Brasil da categoria. 

O treinador também tem outro problema. Sete jogadores do elenco estão pendurados com dois cartões amarelos, porém Cittadini que está de saída e pouco tem sido utilizado, Sanchez, Derlis e Veríssimo, não jogarão diante do rubro-negro. As preocupações maiores são com Dodô  Bruno Henrique e Yuri que se levarem o terceiro nesta quinta-feira, não atuarão no domingo (18) contra o Coelho de Minas Gerais.

O provável Santos deve ir a campo com Vanderlei; Victor Ferraz, Kaique Rocha, Gustavo Henrique e Dodô; Alison Pituca e Arthur (Jean Mota); Bruno Henrique, Rodrygo (Sasha) e Gabriel Barbosa.

FEIJÓ DEMITIDO

Ricardo Feijó não é mais o responsável pelas finanças do Peixe. Segundo o mesmo, em uma carta aberta que circula pelas redes sociais, a decisão da sua saída partiu da "gestão do clube". 

SEMIFINAL COPA DO BRASIL SUB-17 EM DIADEMA

A CBF alterou o local da partida entre Santos X Flamengo, partida de ida da Copa do Brasil sub-17, nesta quinta-feira (15), às 15h. A partida será realizada em Diadema, no Jardim Inamar. 

O jogo tinha como palco, o estádio da Vila Belmiro. Porém, a entidade máxima do futebol brasileiro alega que em razão do local que até a terça-feira (13) ainda estava indisponível pelo Corpo de Bombeiros , que realizou a vistoria para a liberação do AVCB e liberou apenas na manhã desta quarta-feira (14) a Federação Paulista de Futebol, ainda não ter publicado a liberação do estádio, havia a necessidade da realização do encontro em outra praça de Esporte. Mesmo com a liberação da Vila, o jogo acontecerá em Diadema.

O Peixe tentou fazer com que a partida fosse realizada no Ulrico Mursa, apenas alguns metros da Vila Belmiro, porém, o estádio da Portuguesa Santista não foi aceito pela CBF. Cogitou-se a possibilidade de Barueri, mas a partida está confirmado para o ABC Paulista. 

O jogo de volta acontece, na semana que vem, no Rio de Janeiro. O vencedor deste confronto enfrentará na decisão da competição Fluminense ou Palmeiras, que estão na outra semifinal.

Os canais ESPN prometem transmitir o jogo para todo o país.


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UM SHOW DE HORRORES

Publicado às 23h33 desta segunda-feira, 12 de novembro de 2018.
O Santos desperdiçou uma nova oportunidade de pela primeira vez entrar no G-6. Recheado de desfalques, desentrosado e com um futebol sofrível, o alvinegro perdeu para a Chapecoense, dentro do Pacaembu. na noite desta segunda-feira (12), por 1 a 0. Foi a primeira vitória dos catarinenses fora de casa e a primeira derrota de Cuca como mandante no Brasileirão (ele perdeu na estréia na Vila, entretanto foi pela Copa do Brasil).

Parece que o torcedor alvinegro já antevia que a partida seria difícil. Em meu último post, cheguei a classificar o jogo como "perigoso" e muitos ameaçaram algumas críticas. Apenas 10,7 mil pagantes (12,6 mil presentes)  foram ao próprio da municipalidade paulistana para incentivar o time de Cuca.

O treinador santista não teve seis jogadores. Luiz Felipe e Lucas Veríssimo no departamento médico; Gabriel Barbosa, Victor Ferraz e Pituca suspensos, além de Bambu que terminou o contrato e não renovou seu vínculo. Alison começou improvisado como zagueiro (no segundo tempo, trocou com Yuri), Daniel Guedes na lateral-direita, Copete pela esquerda do ataque, Sasha como referência e o Santos teve uma das piores se não a mais fraca atuação na era Cuca.

Até que nos primeiros 10 minutos, na bola parada a equipe chegou em uma oportunidade e parou aí. O ex-treinador santista Claudinei Oliveira da Chapecoense, sabedor que o Peixe tinha jogadores improvisados em algumas posições, como na defesa, por exemplo, mandou seu ataque marcar pressão na saída de bola. Foi a senha para o time santista se desajustar e o time de Chapecó viu que o "bicho não era tão bravo" e abriu o marcador em uma bola parada que Vanderlei ameaçou sair, voltou e Bryan Ruiz não acompanhou Leandro Pereira. Esse centroavante tem o hábito de marcar sempre contra o time do Peixe, desde os tempos de Palmeiras. Deixou mais um.

Na segunda etapa, Cuca recuou Dodô para terceiro zagueiro e montou uma linha de três jogadores apenas na defesa. Sacou Daniel Guedes e Bryan Ruiz e colocou os meninos revelados na base Rodrygo, que só não foi titular porque se recuperou de uma virose e deixou de treinar três dias na semana passada e Arthur, que tinha ido bem contra o SCCP, há algumas semanas. Tudo levava a crer que o Peixe intimidaria. Doce ilusão.

O Santos na etapa final errou 47 passes e nenhum chute ao gol de Jandrei. Não dá nem para lamentar o resultado, já que a produtividade foi pífia.

Como não existe nada ruim que não possa piorar, o Santos agora vai realizar dois jogos seguidos fora de casa, diante de Flamengo e América-MG. Apesar dos retornos de Victor Ferraz, Pituca e Gabriel Barbosa, Cuca não terá o futebol de Derlis, Sánchez e Bryan Ruiz para esses confrontos. Os três vão defender as suas respectivas seleções - Paraguai, Uruguai e Costa Rica, em amistosos internacionais de data Fifa.

Com cinco rodadas para o término da competição, o alvinegro tem verdadeiras decisões nessas partidas com apenas dois mandos- um deles diante de um concorrente direto, o Atlético-MG. Com a vitória do outro Atlético, o Paranaense, o time da Vila caiu para a oitava colocação, mas a diferença entre os três é de apenas de um ponto. Ainda dá para obter a sexta colocação e ir a pré-Libertadores, mas o caminho poder-se-ia ficar mais fácil com uma atuação melhor e os pontos conquistados. Para quem tem objetivos no Brasileiro, não pode se dar o direito de perder em casa para o penúltimo colocado.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 0 X 1 CHAPECOENSE
Estádio do Pacaembu - São Paulo (SP)
Árbitro: Rafael Traci (PR)
Público/renda: 10.792 pagantes (12.659 presentes) /R$ 334.014,50
Cartões amarelos: Alison e Yuri (SFC), Márcio Araújo (CHA)
GOL: Leandro Pereira (28'/1ºT) (0-1)
SANTOS: Vanderlei; Daniel Guedes (Rodrygo, no intervalo), Alison, Gustavo Henrique e Dodô; Yuri, Carlos Sánchez e Bryan Ruíz (Arthur, no intervalo); Derlis, Copete (Bruno Henrique, aos 25'/2ºT) e Sasha. Técnico: Cuca.
CHAPECOENSE: Jandrei; Eduardo, Douglas, Fabrício Bruno e Bruno Pacheco; Amaral, Marcio Araújo e Canteros (Elicarlos, aos 32'/2ºT); Leandro Pereira, Doffo (Vinicius, aos 18'/2ºT) e Wellington Paulista (Luiz Otávio, aos 43'/2ºT). Técnico: Claudinei Oliveira.

Rodrygo entrou no segundo tempo como armador e não pela beirada do campo.
NOTAS DOS JOGADORES DO SANTOS
Vanderlei: Não sou goleiro, mas vou relembrar uma frase de Emerson Leão, meu ex-companheiro de Esporte Interativo e técnico do título brasileiro do Peixe em 2002, que foi um dos maiores da história desse país, debaixo dos três paus. O camisa 1 teve uma leve "participação de culpa". No lance do gol ameaçou sair e resolveu voltar. - 5,0
Daniel Guedes: A bola não chegou para os cruzamentos, sua maior qualidade e as poucas que chegaram, o jogador não desenvolveu. Foi substituído. - 5,0
(Rodrygo): Deu um pouco mais de velocidade na transição do meio para o ataque, mas não o suficiente para abastecer alguém em condições de finalização. Entrou como coordenador de jogadas, que não é sua real posição. Funciona melhor pelo lado. - 5,5
Alison: Errou muitos passes. Melhorou na segunda etapa, quando retornou para a sua posição. - 5,0
Gustavo Henrique: Único defensor de ofício. No gol, subiu, tocou na bola, mas não conseguiu desviar a ponto de a mesma deixar a área. - 5,5
Dodô: A exemplo dos demais, também foi contagiado pela desorganização e a péssima partida técnica das principais referências do time. No segundo tempo, virou terceiro zagueiro. - 5,0
Yuri: Melhorou na segunda etapa, quando virou defensor. Muitas dificuldades na marcação. - 5,0
Sánchez: Tentou armar a equipe, mas isolado, desapareceu. - 5,0
Bryan Ruíz: Não tem a intensidade que a posição exige. Tentou da sua maneira armar o time, mas também não conseguiu. Vacilou no lance do gol ao deixar Leandro Pereira sozinho na pequena área no momento da finalização.  Foi substituído. - 5,0
(Arthur): Tentou dar velocidade pelo lado esquerdo do campo, mas não levou a melhor sobre os marcadores. - 5,0
Derlis: Não é habilidoso, mas guerreiro e o único que tentou algo. No segundo tempo virou ala. - 5,5
Copete: Dificuldade de domínio da bola. Errou quase tudo que tentou. Mal no ataque e quando virou ala foi tímido. - 4,5
(Bruno Henrique): Melhor que Copete e no jogo aéreo, que ele é muito forte, ganhava a primeira bola, mas ninguém aproveitou para concluir a gol. Pouco tempo em campo. - 5,0
Sasha: Não é homem de referência e jogou de costas. Nenhuma bola em condição de finalizar. - 5,0
Técnico: Cuca: Errou ao escalar Alison na zaga e Yuri no meio. No segundo tempo corrigiu o erro. Mesmo com as substituições não conseguiu fazer com que o time ao menos finalizasse, mesmo com maior posse de bola. - 5,0

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VALE VAGA NO G-6

Publicado ás 20h05 deste domingo, 11 de novembro de 2018.
O Santos tem nova chance de entrar definitivamente no grupo que vai disputar no mínimo a pré-libertadores, o ano que vem. Em busca de reabilitação, após perder o clássico para o Palmeiras e beneficiado pelo sexto jogo que o Atlético-MG não vence, o Peixe, se derrotar a Chapecoense, nesta segunda-feira (12), no Pacaembu, às 20h, termina a rodada na sexta colocação e pela primeira vez na competição entra no G-6.

Mas a tarefa, apesar de os catarinenses ocuparem apenas a 19a. colocação, ficou um pouco mais difícil, em razão de sete desfalques. Desde que Cuca chegou a Vila Belmiro, na segunda metade de Julho, o treinador nunca teve tantos problemas para escalar a equipe.  

Os sete desfalque são três jogadores suspensos: Pituca expulso no Allianz Parque, além de Victor Ferraz e Gabriel Barbosa que receberam o terceiro amarelo; mais dois no departamento médico: Luiz Felipe e Lucas Veríssimo. Rodrygo que ficou três dias sem treinar durante a semana em razão de ter tido febre, deve ficar apenas no banco de reservas como opção. O último é Robson Bambu, que o contrato acabou neste sábado (10) e como não renovou, não atuará mais pelo Santos e deve assinar nos próximos dias com o Atlético Paranaense. 

Sendo assim, Cuca quebra a cabeça para montar o time. Na zaga como conta apenas com Gustavo Henrique entre os quatro atletas do setor que utilizava, o técnico deve improvisar Yuri, que atuou algumas vezes pelo setor quando o comandante era Dorival Junior em 2016. Kaique Rocha, defensor de destaque do sub-17, vai ficar no banco dos profissionais pela primeira vez. 

Na ala-direita, a troca é pura e simples. Sem o titular e capitão Victor Ferraz, Daniel Guedes é o substituto imediato. No meio-campo, o treinador pode colocar uma escalação mais ousada com Bryan Ruiz no setor ou ainda retornar com o jovem Arthur, destaque contra o Corinthians há algumas rodadas. Se ele for o escolhido, o jovem revelado na base vai revezar com Carlos Sánchez pela direita do ataque.

Já na frente para substituir o artilheiro do campeonato - Gabriel Barbosa, Sasha será o encarregado do setor e Copete, autor de um dos gols diante do Palmeiras herda a vaga do jovem Rodrygo.

Se as modificações supracitadas pelo Blog do ADEMIR QUINTINO se confirmarem, o alvinegro entrará em campo com Vanderlei; Daniel Guedes, Yuri, Gustavo Henrique e Dodô; Alison , Carlos Sánchez e Arthur (Bryan Ruiz); Derlis González, Copete e Sasha.

As vendas de ingressos até o momento para o jogo deste início de semana foram baixas - menos de seis mil. A expectativa é de que entre 13 e 15 mil pessoas, no mínimo, compareçam ao próprio da municipalidade paulistana para empurrar o time em busca dos três pontos desejados.

Com os jogos já finalizados do fim de semana, o Santos ocupa a oitava colocação do Brasileirão com 46 pontos. Se empatar, assume o sétimo lugar que hoje é do Atlético Paranaense que tem os mesmos 46, mas ganha do alvinegro no critério de desempate. Se vencer, pula para 49 e se isola na sexta colocação, colocação mínima necessária para carimbar vaga a pré-Libertadores da América de 2019. Após o jogo de amanhã restarão apenas cinco rodadas para o término do Campeonato de pontos corridos.


2o. SANTOS DAY EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Neste sábado (10), tive a satisfação de ser convidado pela Embaixada do Santos no Vale do Paraíba e participei do 2o. Santos Day. O evento aconteceu no Shopping Colinas, em São José dos Campos. 

Mais de 400 alvinegros compareceram e tiveram a oportunidade de conversarem e tirarem fotos com os craques do passado Alberto (2002) e Dema (1984). Também estiveram presentes os mascotes Baleinha e Baleão, além da Santos Store de Guarulhos que montou uma tenda para a venda de produtos licenciados e oficiais do clube à disposição dos torcedores.

Por sinal, o trabalho das Embaixadas - tanto as já estabelecidas, como a das provisórias, tem sido sensacional, trazendo os torcedores santistas do interior e de outros Estados, mais próximos da instituição.

Agradeço o carinho de cada alvinegro de São José dos Campos, Taubaté, Caçapava, Jacareí, Pindamonhangaba, Guararema,  Guaratinguetá, Lorena e Cruzeiro que compareceram para tirar uma fotografia, pedir um autógrafo ou simplesmente conversar comigo sobre o alvinegro praiano. Sou grato por todo esse carinho.

Por fim, meus cumprimentos ao Embaixador do Peixe na região - Àlvaro Pivetta, pelo sucesso do evento, por lembrar do meu trabalho e principalmente da minha 'santistidade' ao me convidar para prestigiar a festa.

Já tenho outros convites de Embaixadas e torcidas que confirmei presença no fim deste ano. São eles: Monte Alto (24), Curitiba (1), São Paulo (8) e Laranjal Paulista (9).


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SETE DESFALQUES E JOGO PERIGOSO

Publicado às 19h30 desta sexta-feira, 9 de novembro de 2018.
O treinador Cuca nunca teve tantos problemas para escalar o Santos, desde que retornou ao clube. Para o duelo diante da Chapecoense, na próxima segunda-feira(12), no estádio do Pacaembu, o treinador não contará com mais da metade dos titulares. São três suspensos: Pituca, Victor Ferraz e Gabriel Barbosa, dois no departamento médico: Luiz Felipe e Lucas Veríssimo, um que treinou pouco em razão de ter tido febre - Rodrygo e deve ficar no banco e outro, Bambu, que vai embora pois o contrato acaba neste sábado (10). 
"Um jogo atípico. Pela primeira vez, tivemos tantas baixas ao mesmo tempo. Lucas Veríssimo, Luiz Felipe, Victor Ferraz, Pituca, Gabriel e Rodrygo com febre não treinou desde o jogo contra o Plameiras (treinou nesta sexta-feira pela primeira vez), além do Róbson Bambu, em fim de contrato. São sete baixas, sendo seis titulares e um suplente imediato" avaliou o comandante técnico.
Cuca também falou durante a entrevista sobre o próximo adversário do Peixe. O alvinegro busca a reabilitação após a derrota no clássico diante do Palmeiras. Já o time catarinense dirigido por Claudinei Oliveira, luta para sair da zona de rebaixamento e ocupa a 19a. colocação do campeonato.
"Vi Chapecoense e Bahia. Eles (Chapecoense) não jogaram tão atrás. Mas o que me preocupa é eu armar a minha equipe certa e manter o padrão de jogo que a gente vem tendo. Mesmo na derrota jogamos bem." afirmou o técnico.
O comandante santista se esquivou quando questionado sobre se já pensa em 2019 e daria paz a torcida com o 'fico' da sua permanência. Garantiu que a preocupação ainda é com o ano vigente e confirmou que esteve reunido com o presidente José Carlos Peres:
"Uma reunião entre eu, ele (o presidente), Dimas e Renato. Não podemos planejar 2019, sem saber o que vamos disputar? Mais do que quantos jogadores o presidente vai trazer, precisa é a permanência de jogadores e buscar essa vaga a Libertadores. São seis decisões que nós temos.", desconversou o técnico.

Dr. Alba trabalhou 12 anos no Santos em sua primeira passagem.
PEDIDO DE DEMISSÃO E CRÍTICAS

Após a demissão do médico Thiago Ribeiro, profissional renomado com oito anos no Santos F.C, no dia 10 do mês passado, o departamento tem mais uma baixa. O médico Carlo Alba afirmou em breve contato com o Blog do ADEMIR QUINTINO que entregou uma cartão de demissão ao presidente José Carlos Peres. O ortopedista, traumatologista, cirurgião de joelho e médico do esporte retornou ao clube após seis anos (ele tinha trabalhado no Peixe de 1995 à 2012)  e depois de oito meses como um dos seis médicos do departamento neste ano, pediu dispensa.

Alba apoiou a chapa do atual mandatário José Carlos Peres, nas eleições de dezembro do ano passado. O médico disse ao Blog que não concorda com o rodízio de profissionais que acontece na base e no time profissional e por essa e outras razões prefere sair:
"Meu pedido de demissão não tem viés político e sim técnico. Não concordo com o rodízio médico que existe. Qual outro clube tem isso? Não sou o dono da verdade, mas não compactuo. Voltarei as arquibancadas, sem problema algum. Como você pode contratar um jogador de três meses de inatividade? Um jogador com pubalgia crônica, uma das lesões mais traiçoeiras do futebol. Discute com o corpo médico. O que somos, enfeites? Bonecos? Uma pessoa toma a decisão e pronto?" disse Alba se referindo a contratação do centroavante Felippe Cardoso que estava sem jogar desde Maio na Ponte Preta e que pelo Santos, atuou apenas alguns minutos diante do São Paulo, desde que foi contratado. 
O Blog apurou que um laudo foi entregue aos dirigentes alvinegros, assim que Felippe Cardoso realizou exames médicos no clube. No documento constam anotações que o centroavante só teria suas melhores condições em 2019. 

O técnico Cuca, que pediu a contratação do atleta a época, disse na coletiva que conta com a volta do atacante, ainda nesta temporada e falou que se surpreendeu ao saber que o médico de quem disse ser amigo pessoal, tinha pedido demissão.
"Tem que ter calma. Faltam seis jogos para o fim do Campeonato. Me parecem que são questões a serem discutidas, mas o Santos tem um grande departamento médico. Uma excelente fisioterapia. Não deve nada para ninguém. De repente faltou um ajuste de idéias. O Merouço (coordenador) é um médico experiente e tem o apreço de todos também". finalizou o treinador.
O clube emitiu uma nota e a instituição preferiu não se posicionar sobre o assunto:
"O Santos Futebol Clube declara para devidos fins que não se manifesta a respeito de reestruturações, demissões ou demais questões internas. O clube entende que as discussões sobre temas administrativos devem ser tratados com descrição e total profissionalismo. Tal procedimento atende aos critérios impostos pelo clube desde o início da gestão."  

Shopping Colinas em São José dos Campos.
FESTA EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Neste sábado (10), estarei à partir das 10h da manhã, no Shopping Colinas, em São José dos Campos, na 2a. edição do Santos Day, realizado pela Embaixada do Santos no Vale do Paraíba. 

Também foram convidados e estarão presentes o atacante Alberto, campeão em 2002 e o volante Dema, campeão paulista em 1984.

Agradeço o convite do embaixador de São José Àlvaro Pivetta pelo convite. Será um enorme prazer receber o carinho dos presentes a festa.

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