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DÉRLIS JÁ VOLTOU E SOTELDO TREINA AMANHÃ

Publicado às 14h35 desta quinta-feira, 21 de novembro de 2019.
Sem Soltedo que treinará somente nesta sexta-feira (22), mas com Dérlis Gonzales, o Santos treinou na manhã desta quinta-feira (21), em sua penúltima atividade, antes do início do regime de concentração para o duelo diante do Cruzeiro-MG, no sábado (23), às 21h, em partida válida pela 34a. rodada do Brasileirão 2019. Os dois atacantes desfalcaram o Peixe, no clássico diante do São Paulo, pois tratava-se de data FIFA e foram servir as Seleções dos seus respectivos países - Venezuela e Paraguaia.

O alvinegro é o terceiro lugar com 65 pontos. Matematicamente, nem que o Flamengo, líder com 81, perca todas as suas partidas e o Peixe vença os cincos jogos que lhe restam (Cruzeiro, Fortaleza, Chapecoense, Athlético Paranaense e Flamengo), farão com que o time da Baixada alcance o rubro-negro carioca na classificação. 

Com isso, o único objetivo do time de Sampaoli é tomar o segundo lugar do Palmeiras, atual vice-líder com 68. 

Quanto ao time que deve atuar, o ala Jorge que se envolveu em uma discussão com Sasha na rodada passada, não treinou entre os titulares. Outro que também não recebeu o colete no time principal nesta quinta-feira (21) foi Victor Ferraz, substituído novamente por Pará que estava como lateral pela direita nos jogos anteriores. 

O técnico Jorge Sampaoli que pode anunciar a qualquer momento publicamente a sua saída do clube para 2020, mesmo com contrato até o fim da temporada do ano que vem, terá todo o elenco à disposição para a partida do fim de semana.

O atacante Soteldo que estava com a Seleção Venezuelana é aguardado para se reapresentar ao clube somente nesta sexta-feira (22). Com isso, o camisa 10, titular absoluto do ataque santista, se apresentar sem nenhum problema, reassume seu posto no time titular.

O Blog do ADEMIR QUINTINO apurou que Dérlis González, outro ausente no empate diante do Tricolor, no fim de semana passado, já retornou após servir a Seleção Paraguaia e está à disposição de Sampáoli. O jogador chegou ao Brasill na quarta-feira (20) e nesta quinta-feira (21), participou normalmente das atividades no CT Rei Pelé, pela manhã.

Dérlis não atuou no empate dos paraguaios diante dos Búlgaros, mas permaneceu em campo durante 89 minutos na vitória da Seleção sul-americana por 1 a 0, sobre a Arábia Saudita. 

Na vaga do ala Jorge, Sampaoli testou o substituto imediato Felipe Jonatan e até Diego Pituca que é canhoto, improvisado pelo setor. 

Nesta sexta-feira (22), acontece a última atividade para a definição do time que inicia o confronto contra os mineiros. 

Como tem o mesmo número de vitórias do Palmeiras, se vencer o Cruzeiro e o time paulistano perder para o Grêmio, no dia seguinte, no Allianz Parque, o Peixe iguala em pontos com o alviverde e passa a ter uma vitória a mais - 20 contra 19 e como é o primeiro critério para o  desempate, o Santos assume a segunda colocação se os dois resultados acontecerem.

TABELA DO PAULISTA 2020

A Federação Paulista anunciou na tarde desta quinta-feira (21), a tabela dos confrontos da fase de grupos do Campeonato Paulista do próximo ano. O Peixe estréia em casa diante do Bragantino-Red Bull.

Como não foi finalista neste ano, o alvinegro jogará apenas um clássico na fase de classificação como mandante e será diante do Palmeiras, dia 1 de Março. Os confrontos diante do SCCP e São Paulo, respectivamente, serão nos estádios dos rivais nos dias  9 de fevereiro em Itaquera e 15 de Março, no Morumbi.

O Santos ficou no grupo A, com Água Santa, Oeste e Ponte Preta. Classificam-se os dois melhores de cada chave para enfrentamento em jogo único nas quartas de finais. Quem tiver melhor campanha, jogará em casa.

Confira a tabela do Santos:
22/1/20
Santos x Bragantino
25/1/20
Guarani x Santos
29/1/20
Santos x Internacional de Limeira
2/2/20
SCCP x Santos
9/2/20
Santos x Botafogo
16/2/20
Ferroviária x Santos
22/2/20
Ituano x Santos
1/3/20
Santos x Palmeiras
8/3/20
Santos x Mirassol
15/3/20
São Paulo x Santos
22/3/20
Santos x Santo André
1/4/20

Novorizontino x Santos

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INCOMODADO, AUTUORI DEIXA SANTOS NO FIM DO ANO

Publicado às 11h45 desta terça-feira, 19 de novembro de 2019.
O superintendente de futebol, Paulo Autuori é a primeira baixa para a temporada 2020, no Santos. Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (19), no CT Rei Pelé, o funcionário anunciou que fica apenas até o fim do ano e garantiu que a decisão é em caráter irrevogável. 
"Não sei ele (Sampaoli). A minha decisão é que estarei no clube até dezembro fazendo o meu trabalho. Não há nenhuma possibilidade (de iniciar o ano que vem trabalhando no clube)."
Classifico o profissional como uma pessoa séria e lamento a sua saída. Em poucos meses, começou a nova estruturação da base que passa por mudanças significativas e necessárias, além de ter melhorado e muito, a relação da instituição com o técnico Sampaoli que costumeiramente criticava a gestão com declarações polêmicas e parou de fazer, com o fim da lavagem de roupa suja através da imprensa.

Paulo Autuori é o quarto profissional nesta gestão a ocupar o posto de homem forte do futebol alvinegro em menos de dois anos. O primeiro foi Gustavo Vieira de Oliveira, filho do ex-jogador Sócrates e em seguida Ricardo Gomes. William Machado também trabalhou como gerente. A coincidência nos quatro casos é que todos pediram para sair.

Autuori não escondeu a sua 'decepção' com as discordâncias com a presidência do clube e deixou explícito que elas colaboraram para sua tomada de decisão.
"Sou homem de futebol. Tenho minhas idéias e opinião. Tenho uma imagem que carrego com muito orgulho na carreira. E quando, eu sinto que essas temas (de futebol) são colocados pela figura máxima da instituição de uma maneira na qual eu não concordo, porque eu tenho uma visão totalmente distinta, eu me sinto incomodado. A (minha) decisão é essa. Adoro aquilo que faço, o clube, o ambiente de trabalho, as pessoas, só que eu não posso entender determinados conceitos, a falta de estratégia em determinadas situações." 
Em outras entrevistas, Autuori já havia reclamando da falta de planejamento do clube. Uma delas foi sobre sua opinião da não renovação do contrato do zagueiro Gustavo Henrique. 

Na entrevista coletiva que concedeu há 15 dias, o superintendente já havia 'deixado no ar' que não ficaria e chegou a dizer que 'os incomodados que se retirem'. presidente Peres, em entrevista a TV Gazeta, no último domingo, também pediu o retorno do atleta Cueva ao time, na tentativa de diminuir o prejuízo que terá com o atleta e as declarações não foram bem dirigidas por Paulo.

O alvinegro tem um passivo de R$ 26 milhões a pagar pelos direitos econômicos de Cueva ao Krasnodar-RUS, à partir de março. O atleta foi trazido por empréstimo com a obrigação de compra em três parcelas anuais. Ele está afastado em razão de problemas disciplinares, após se envolver em uma briga em casa noturna da cidade litorânea Ele é o segundo reforço mais caro da história do clube, atrás apenas de Leandro Damião que custou a bagatela de R$ 42 milhões em 2013.
"Divergências consensuais não tem haver com problemas pessoais. Podemos divergir sobre vários assuntos. É o respeito pela liberdade de cada um ser aquilo que é. O problema do Cueva é ultrapassado, com anuência do próprio jogador, ele seria emprestado ao futebol brasileiro e isso não foi aceito naquela altura e logo depois aconteceu aquele problema aqui (referindo-se à briga em que Cueva se envolveu), quando isso tudo poderia ser evitado. Quando ele poderia, ele teve a possibilidade de sair e foi negada essa possibilidade. Só tem uma pessoa pode colocar ou tirar o jogador, em termos técnicos, táticos, comportamentais que é o treinador. Fui treinador até pouco tempo atrás e jamais permiti qualquer tipo de interferências e o comandante tem que ser cobrado pelos resultados, como todos são. Conceitualmente eu não concordo com determinadas situações e tenho o direito de dizer isso, porque senão eu vou passar uma imagem que estou compactuando e sendo passivo em relação a tomadas de decisões.", respondeu  o 'demissionário' Paulo Autuori. 
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SASHA: "O RESPEITO ACABOU"

Publicado às 17h15 desta segunda-feira, 18 de novembro de 2019.
O empate entre Santos e São Paulo, no último fim de semana, deixou algumas sequelas. Principalmente, envolvendo o lateral Jorge e o atacante Sasha. O artilheiro do Peixe no Brasileirão, em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (18) no CT Rei Pelé, afirmou que após o desentendimento que culminou com o ala canhoto levando a mão no rosto do centroavante santista e mesmo com o pedido de desculpas do camisa 3 que "perdeu o respeito" pelo companheiro e que sua vontade era tê-lo agredido ainda no gramando da Vila Belmiro:
"Fiquei sim, realmente muito chateado por eu ser um cara que respeito muito as pessoas, principalmente meus companheiros, Confesso que a minha vontade, na hora, foi de ter dado um soco na cara dele, mas o profissionalismo na hora falou mais alto. Se eu reagisse de cabeça quente, eu ia prejudicar demais minha equipe. Depois do jogo ele acabou pedindo desculpa a mim e meus companheiros, mas o carinho, a admiração e o respeito que eu tinha por ele acabaram no momento que ele teve aquela reação" desabafou Sasha.
Questionado, como teve sangue frio e não ter reagido a 'fúria' do ala que pertence ao Mônaco-FRA e está emprestado ao Peixe até o fim do ano, Sasha respondeu da seguinte forma: 
"Ele (Jorge) acabou se excedendo com o calor do jogo. Se eu reagisse da mesma forma, todo o grupo seria prejudicado, O juiz ia acabar expulsando nós dois. Com o tempo, eu aprendi que a gente tem de pensar bem, antes de falar ou ter uma atitude. E refletindo melhor, creio que foi a melhor coisa que eu fiz." analisou o atacante santista.
O atacante revelado no Inter e que tem contrato com o Peixe até 2021 garantiu que o problema foi pontual e não trará consequências futuras.
"Se naquele momento eu me controlei e não acabou atrapalhando, com certeza, não vai haver mais daqui pra frente, nenhum incômodo."
Sasha é o artilheiro do Peixe no campeonato nacional com 12 gols, nenhum deles de pênalti.  

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O EMPATE NÃO FOI LEGAL, NÃO

Publicado às 22h50 deste sábado, 16 de novembro de 2019.
O Santos teve tudo pra terminar o primeiro tempo com a vitória no clássico garantida, mas desperdiçou a oportunidade e proporcionou que o rival paulistano chegasse a igualdade. No fim, o empate em 1 a 1 foi justo pelo que fizeram Santos e São Paulo, na tarde deste sábado (16), na Vila Belmiro, em partida válida pela 33a. rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram de Sánchez e Daniel Alves. O presidente da República, Jair Bolsonaro, que passa o feriado no litoral paulista, acompanhou a partida no estádio.

O técnico Sampaoli escalou Felipe Jonatan na vaga de Soteldo que desfalcou a equipe, em razão de estar à disposição da Seleção da Venezuela. O 'coringa' da Vila que é lateral canhoto, atuou pelo meio e ataque do lado esquerdo.

Além do gol de pênalti marcado por Sánchez, o alvinegro teve no mínimo mais três oportunidades para ampliar o placar. Uma com o próprio Sánchez, em saída errada de Volpi e outros duas. Uma com Jorge que chutou para o alto e também com Evandro que finalizou 'mascado'. 

O placar mínimo de 1 a 0 foi pouco, principalmente pelo que o tricolor paulista deixou de produzir, pois, o Santos não realizava uma grande partida, mas ainda assim teve a chance de 'finalizar' o adversário. Era mais que óbvio, que no segundo tempo, o time da capital não atuaria tão mal como fez nos primeiros 45 minutos.

Após o intervalo, o técnico são paulino Fernando Diniz sacou o pesado Jucilei e colocou a juventude de Liziero. Acertou em cheio. O adversário tomou conta do jogo e só não virou o placar, em razão da ineficiência de seu ataque e o bom comportamento do volante Alison e da defesa santista que se comportava muito bem, exceção feito os laterais alvinegros que realizaram uma partida bem abaixo a sua capacidade.

Com o resultado, o Santos deixou de encostar e até quem sabe, retomar a vice-liderança. O Palmeiras segue em segundo lugar e enfrenta o Bahia, neste domingo(17).

O Peixe deixou claro que os pontos perdidos em casa, foram fundamentais para não conseguir acompanhar o Flamengo na luta pelo título. Foram 11 pontos no total. Dois contra o Inter-RS (0-0), outros dois contra o Fortaleza (3-3), mais dois contra o Atlético Paranaense (1-1), três na única derrota em casa na temporada até aqui diante do Grêmio-RS(0-3) e mais estes dois no clássico deste sábado (16). Muita coisa para quem tinha o sonho do título. 

Para não dizer que não falei das flores, o empate com o tricolor, neste fim de semana deu a vaga a Libertadores de 2020, com os 65 pontos que o time tem neste instante.

O técnico Sampaoli falou em entrevista coletiva sobre a presença do presidente da República que acompanhou o clássico:
"Isso é democracia, o presidente tem direito de ir a onde quiser. Não sei porque alguém acha que eu poderia impedir a presença de alguém, seria uma falta de respeito. Sobre pensamentos políticos, eu prezo por defender a democracia. Eu vivi a ditadura no meu pais, sofri na minha infância e nunca seria alguém que não defende isso, e isso é defender que qualquer um pode ir onde quiser. Veja o que acontece na Bolívia, que a democracia está debilitada." disse o comandante da comissão técnica santista.
O técnico natural da Argentina também voltou a dizer que dificilmente permanecerá em Vila Belmiro, se não tiver um time competitivo para o ano que vem. O superintendente Paulo Autuori e o presidente José Carlos já deram declarações que o clube não tem condições de ir as compras, como foi este ano. 
 "O clube (Santos) precisa definir uma postura. Meu segundo ano é para ter possibilidade (de título). Não posso ficar aqui, com a ilusão de fazer o que as pessoas querem. Se posso ficar em um lugar que estou feliz, com gente que me abraça, com possibilidade de ganhar, não tem porque não ficar. Mas te digo, esse carinho, se não se vence, pode se transformar em ódio. Então se não ganhar, é mal, e não quero que me vejam assim, quero ganhar sempre, e para isso precisa pelo menos ter um estilo e jogadores que se adequem a ele. Se não posso dar o que as pessoas querem, não posso ficar sendo o responsável - afirmou Sampaoli.
No próximo sábado (23), o Santos volta a atuar na Vila, diante do Cruzeiro, às 21h.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 1 X 1 SÃO PAULO
Estádio da Vila Belmiro - Santos (SP)
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (SP)
Público e renda: 14.062 pagantes / R$ 602.192,50
Cartões amarelos: Felipe Jonatan (SFC); Bruno Alves, Vitor Bueno, Pablo (SP)
GOLS: Sánchez 7'2ºT (1-0), Daniel Alves 9'2ºT (1-1)
SANTOS​Everson; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Jorge; Alison (Jean Mota, 40'/2ºT), Sánchez e Evandro (Tailson, 21'/2ºT); Felipe Jonatan (Diego Pituca, 12'/2ºT), Marinho e Sasha Técnico: Jorge Sampaoli.
SÃO PAULOTiago Volpi; Juanfran, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Jucilei (Liziero, intervalo), Tchê Tchê e Igor Gomes; Daniel Alves (Gabriel Sara, 44'/2ºT), Vitor Bueno e Pablo. Técnico: Fernando Diniz

Pela primeira vez,a Vila Belmiro, recebeu um presidente da República que foi mais aplaudido do que vaiado pelos presentes.

NOTAS DOS JOGADORES DO SANTOS
Everson: No primeiro tempo, um mero expectador. Na segunda etapa, um pouco exigido, mas nada que necessitasse de uma defesa milagrosa. - 6,0
Victor Ferraz: Um primeiro tempo satisfatório na marcação, dando poucas chances a Vitor Bueno. Porém, na segunda etapa, após um lançamento a esmo, originou o contra-ataque que deu o gol de empate ao adversário. Também salvou um gol em cima da linha. - 5,0
Lucas Veríssimo: Partida segura, sem comprometimentos. - 6,0
Gustavo Henrique: Bem colocado, assim como seu companheiro de defesa. - 6,0
Jorge: Errou tudo que tentou na primeira etapa. Peladeiro nas tentativas de chute quando tinha companheiro melhor colocado. No segundo tempo fez uma única jogada interessante. - 5,0
Alison: Eficiente demais na marcação. Não fosse ele na segunda etapa, o pior poderia ter acontecido. Ainda peca nos passes. Pode melhorar esse fundamento. - 6,5
(Jean Mota): Jogou menos de dez minutos. - SEM NOTA
Sánchez: Acelera o jogo. Figura mais lúcida do meio-campo santista. Não fez uma partida sensacional, mas ainda assim o melhor jogador da equipe no clássico. Não deu chances na cobrança do pênalti. - 7,0
Evandro: Sofreu a penalidade máxima aos sete minutos de partida. Depois foi muito discreto. Deixou o gramado antes do término da partida substituído. - 5,5
(Tailson): Não foi tão bem como em outras oportunidades. No um contra um, seu forte, não foi tão feliz. Não produziu lances perigosos que pudessem proporcionar perigo a meta adversária. - 5,0
Felipe Jonatan: Bem na primeira etapa. Taticamente eficiente como quarto homem quando o Santos não tinha a bola e atacante quando o alvinegro ficava com o 'balón'. Porém, como não tem drible curto, o Peixe foi um time penso e pouco explorou o lado esquerdo. Foi substituído. - 6,0
(Diego Pituca): Entrou para dar mais qualidade no passe. Jogou novamente mais recuado. - 6,0
Marinho: Ficou 'fadigado' de tanto que o Santos insistia em jogar pelo lado direto. Mal tinha tempo para recuperar o fôlego. Não foi decisivo como nos outros jogos, muito em razão do São Paulo ter percebido que o alvinegro tava penso. - 6,5
Sasha: Bem como pivô mas com poucas chances de finalização. Jogou pro time. A chance mais clara seria se Jorge passasse a bola para ele no fim do primeiro tempo. O lance gerou uma discussão áspera e desagradável entre ambos. - 6,0
Técnico: Jorge Sampaoli: Armou bem o time, mesmo sem Soteldo. Porém, errou ao deixar de colocar alguém mais agudo, agressivo e que acelerasse o jogo no segundo tempo. Lucas Venuto tem essas características. - 5,0

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SEM SOTELDO E DÉRLIS, PEIXE SEGUE EM PREPARAÇÃO PARA O CLÁSSICO

Publicado às 14h45 desta quarta-feira, 13 de novembro de 2019.
Sem jogo no meio desta semana, o Peixe segue sua preparação para o clássico diante do São Paulo, sábado (16), às 17h, na Vila Belmiro pela 33a. rodada do Campeonato Brasileiro. Vindo de quatro vitórias seguidos, o elenco garante que a 'nova crise política' instaurada no clube, não influenciará o rendimento do time dentro de campo. 

O técnico Jorge Sampaoli tem problemas para escalar o time. Os atacante Soteldo e Dérlis Gonzalez nas seleções da Venezuela e Paraguai, respectivamente, são desfalques certos em datas FIFA que o Brasileirão não para.

Além dos dois atletas, o zagueiro Gustavo Henrique com forte gripe e o atacante Uribe com um entorse no tornozelo direito, foram desfalques no treino na manhã desta quarta-feira (13) no CT Rei Pelé. O defensor que cumpriu suspensão na última rodada fez trabalhos nos aparelhos do CEPRAF (Centro de Excelência em Prevenção e Recuperação de Atletas de Futebol) e o colombiano, realizará exames de imagem nesta tarde, para saber a realidade da lesão. 

Soteldo e Dérlis são desfalques no clássico.
Sem Soteldo e sem a opção de Dérlis, na frente, a concorrência para a vaga de titular no lugar do venezuelano é grande. O jovem Taílson, o rápido Venuto são os maiores favoritos para que um deles herde a posição do camisa 10 no ataque. 

Na defesa, caso Gustavo Henrique siga convalescente, o que pouco provavelmente acontecerá, Luan Peres que atuou bem no fim de semana diante do Goiás, está de sobreaviso e concorrerá com Luís Felipe por um lugar no time.

No meio-campo a disputa parece ser a mais concorrida. Alison, Jóbson, Pituca, Sánchez, Evandro, Jean Mota e o 'coringa' Felipe Jonatan disputam três posições. Este é o setor que mais Sampaoli tem mexido nos últimos jogos. 

O alvinegro ainda realiza mais duas atividades antes do duelo do fim de semana. Elas acontecerão nesta quinta e no feriado da sexta-feira (15), ambas no período da manhã. Em seguida, o grupo relacionado começa a concentração no Hotel Recanto dos Alvinegros. 

O adversário paulista não vence um clássico fora de casa há mais de 1 mil dias. O último foi em fevereiro de 2017, coincidentemente contra o Santos, pelo Paulista daquele ano, na Vila Belmiro. No primeiro turno, no Morumbi, o Peixe foi para o intervalo vencendo o jogo por 1 a 0, mas sofreu a virada em 3 a 2. O Peixe está bem próximo de matematicamente conquistar a vaga para a Libertadores de forma direta de forma antecipada. Uma vitória no clássico e uma coincidência de outros resultados nesta rodada será suficiente.

No fim de semana seguinte, também no sábado (23), porém às 21h, o Santos volta a jogar na Vila, desta feita diante do Cruzeiro.

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'CRAQUE SE FAZ EM CASA'

Publicado às 07h40 desta quarta-feira, 13 de novembro de 2019.
Se o ditado que nós alvinegros sempre pregamos que "craque se faz em casa", o time atual conta com raros casos de jogadores revelados no clube e os que foram trazidos, do exterior principalmente, foi com o dinheiro obtido na venda de Rodrygo, hoje no Real Madrid-ESP, numa inversão dos antigos valores. Algumas situações até foram bem sucedidas, outras, como o costa-riquenho Bryan Ruiz que completou neste terça-feira (12) um ano sem realizar uma única partida pelo Santos, nem tanto. O meia-atacante Bryan Ruiz assinou contrato até dezembro de 2020.

A última partida do ex-jogador do Sporting-POR de 34 anos aconteceu na 33ª rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado, quando o Peixe foi derrotado pela Chapecoense no estádio do Pacaembu, por 1 a 0. 

Bryan Ruiz chegou como reforço do segundo semestre do ano passado. Ele atuou em 14 jogos sob a direção do técnico Cuca. Nesse período realizou duas assistência, porém, não marcou gols. 

Sob o comando de Jorge Sampaoli, jamais atuou. Chegou a ser afastado até dos treinos com os demais companheiros em razão da falta de intensidade exigida pelo comandante técnico. 

Entre salários e luvas diluídas os valores dos vencimentos ultrapassam os R$ 450 mil mensais. Ele chegou ao Peixe após o contrato com o Sporting-POR se encerrar, logo após o Mundial da Rússia. Sem nenhuma proposta do velho continente, as tratativas com o Santos que já haviam se encerrado, voltaram a acontecer e o jogador desembarcou no Brasil. 

Melhor jogador da Costa Rica na Copas do Mundo de 2014, não repetiu o mesmo desempenho pela seleção do seu país em 2018.

Bryan chegou a dizer que faria o destrato com o Santos para continuidade de sua carreira, algo que não aconteceu. As partes seguem conversando para um acordo. O jogador segue encostado e apenas realiza treinos com o elenco principal.


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NOVA CRISE POLÍTICA NO SANTOS

Publicado Às 18h35 desta segunda-feira, 11 de novembro de 2019.
Invicto há quatro jogos e na zona de classificação em busca de uma vaga direta na Copa Libertadores do ano que vem, o Santos vive um bom momento dentro das quatro linhas no Campeonato Brasileiro, mesmo com poucas, para não dizer nenhuma chance de título; entretanto, fora de campo, não pode se dizer o mesmo.  Orlando Rollo, retornou da licença que havia tirado e com a suspensão imposta pelo STJD (Supremo Tribunal da Justiça Desportiva) ao presidente José Carlos Peres, em razão das suas críticas feitas ao VAR no programa Estádio 97, da Energia FM, o vice-presidente assumiu a função em exercício durantes este período por duas semanas. O STJD no final da segunda-feira (11) se posicionou dizendo que a punição imposta ao presidente santista é apenas na esfera esportiva.

Orlando Rollo, estava afastado de suas funções desde a Assembleia Geral, realizada em setembro de 2018, em razão de uma portaria emitida pela presidência, logo após o pleito e a mesma retirava os poderes de Orlando como vice-presidente, mesmo sendo eleito na mesma chapa do mandatário. Porém, em reunião do Conselho Deliberativo, na última semana, o plenário considerou ilegal a portaria e seguiu a recomendação do relatório da Comissão de Inquérito e Sindicância, devolvendo ao vice os poderes dele de direito.

O primeiro ato de Rollo, na manhã desta segunda-feira (11) foi a apresentação de um ofício ao presidente do Conselho Deliberativo, Marcelo Teixeira, substituindo quatro membros do atual Comitê de Gestão:
"Alguns membros do Comitê de Gestão não são da minha confiança. Eu não posso administrar o clube por 15 dias com pessoas  que tenho problemas inclusive judiciais. Mas isso, não ´´e um problema. O presidente afastado quando voltar, nomeie o pessoal que é da confiança dele sem problema algum." justificou Orlando Rollo.
O estatuto do Peixe versa que a exclusão de pessoas do CG executado por qualquer presidente, não precisa ser aprovada pelo Conselho Deliberativo, contudo, a nomeação dos novos membros só pode ocorrer com o aval do conselheiro em reunião extraordinária.
"Pela manhã, retornei na situação de vice-presidente, cumprindo uma determinação do Conselho Deliberativo. Após tomar conhecimento da decisão do STJD, para que o Santos não ficasse sem presidente por 15 dias, tomei a decisão radical de assumir a presidência por 15 dias. Fui obrigado a voltar bem no período de vacância imposto pelo STJD. Não posso me omitir. Oficiamos as entidades do futebol brasileiro que eu estaria assumindo nesse período", disse Rollo.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) deu parecer no fim desta segunda-feira (11) que a suspensão de 15 dias imposta ao presidente do Santos, José Carlos Peres, tem validade apenas na espera esportiva. O documento foi assinado por Flávio Boson Gambogi, auditor da quinta Comissão Disciplinar. O vice-presidente Orlando Rollo contesta. A alegação é de que, por se tratar de um clube de futebol, todas as decisões tomadas são esportivas.

Por fim, não posso me abster de emitir uma opinião a quem me acompanha. A conclusão a que cheguei é a de quem mais sofre com tudo isto, é a Instituição. Não existem 'mocinhos' nesta história. Fica claro que óleo e água jamais se misturariam. Prometeram profissionalização é o que se vê é 'mais do mesmo'. 

A união das duas lideranças do clube só teve propósitos eleitorais. O presidente Peres sabia muito bem o perfil de quem se aliava para o pleito do fim do ano retrasado e o vice Rollo, também sabia exatamente da personalidade do candidato a presidente.

Se o clube é bafejado pela sorte com diversos 'raios' que caem constantemente ao longo das décadas, em Vila Belmiro, não pode se dizer o mesmo da parte administrativa. 

O Santos era no mínimo, para ser o clube mais rico das Américas, por tudo que representa e já conquistou, porém, é uma realidade que nunca existiu e essa herança de problemas já vem ao longo de muito tempo, inclusive com contas de presidente rejeitadas, expulsões de quadro associativo e a dívida que só aumenta. 

Pobre Santos, por tudo que proporcionou a seu maior patrimônio, a torcida, merecia ser tratado de melhor forma, por todos.

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PEIXE PELAS BEIRADAS ENGATA A QUARTA VITÓRIA CONSECUTIVA

Publicado às 08h55 deste domingo, 10 de novembro de 2019.
Não poderia ser melhor o saldo do Santos durante esta semana que a equipe atuou fora de casa. Em dois jogos, em Santa Catarina e no Planalto Central, o aproveitamento foi de 100%. Neste sábado (9), o Peixe goleou o Goiás, no estádio Serra Dourada por 3 a 0, em partida válida pela 32a. rodada do Brasileirão, com dois gols de Soteldo e um de Marinho. 

O resultado praticamente colocou o alvinegro na Libertadores do ano que vem e manteve o time na terceira posição com 64 pontos, três atrás do vice-líder Palmeiras e dez do primeiro lugar Flamengo que atua neste domingo diante do Bahia no Maracanã.

Coincidência ou não, após Sampaoli passar a mexer pouco no time e parar de insistir com três zagueiros ou uma formação sem laterias, o alvinegro passou a ter uma intensidade e entrosamento melhor. Para este compromisso contra a equipe esmeraldina de Goiânia, o comandante promoveu Luan Peres na zaga central na vaga de Gustavo Henrique, suspenso. Jean Mota e Alison ganharam novas oportunidades e o ataque parece ter o trio ideal e tem sido o mesmo há alguns jogos - Marinho 'carne seca', Sasha e Soteldo.

Outra novidade em cima da hora foi a volta de Victor Ferraz na ala no lugar de Pará com indisposição estomacal.

O primeiro tempo do alvinegro foi uma aula de disciplina tática. Um time que não deixava o adversário sair com a bola e obrigava-o a rifá-la. Extremamente organizado, com as linhas compactas e solidário na marcação. A vitória parcial pelo placar mínimo de 1 a 0, não traduzia a superioridade técnica que existiu nos primeiros 45 minutos. Se não fosse o ótimo goleiro Tadeu, o resultado seria bem mais dilatado.

Por falar no único gol da etapa inicial foi uma pintura. O venezuelano Soteldo pegou de primeira, violentamente e colocou a bola no ângulo superior para abriu o placar. 

Depois do gol e da parada técnica da primeira etapa, o Santos reduziu o ritmo, já que o tempo seco e o calor dominavam o clima no estádio. O mormaço era tão grande que 'Passarinho voava com uma asa e se abanava com a outra' tamanho a temperatura alta que incomodava aos presentes ao Serra Dourada.

Na segunda etapa, o alvinegro não manteve o ritmo avassalador  dos 30 minutos iniciais, ainda assim mantinha o controle da partida e a posse de bola que chegou a incríveis 65% ao final do primeiro tempo.  

Porém, aos 14 minutos da segunda etapa, a 'tampa do caixão foi fechada' dos donos da casa foi fechada. O venezuelano Soteldo, em tarde inspirada, foi à linha de fundo pela esquerda e cruzou para trás. Marinho com tranquilidade marcou seu terceiro gol seguidos em três jogos. O camisa 11, escolheu o canto e tocou na saída de Tadeu para ampliar ainda mais a vantagem para 2 a 0.

E deu tempo para mais um ainda. Marinho conduziu a bola pela extrema, Sasha levou toda a marcação e o camisa 11 santista achou Soteldo no segundo pau, que bateu de primeira para marcar seu segundo gol e fechar a conta no duelo - 3 a 0.

Foi uma vitória maiúscula, a quarta seguida na competição em uma das melhores apresentações do time na competição.

A delegação volta a baixada após cinco dias fora da região, neste domingo. A equipe só volta a campo pelo Brasileirão no clássico diante do São Paulo, em jogo marcado para a Vila Belmiro, no próximo sábado (16), às 17 horas. Para o duelo diante do Tricolor, Gustavo Henrique que cumpriu suspensão fica à disposição.

Entretanto, os atacantes Soteldo e Dérlis González, convocados para as suas respectivas seleções, Venezuelana e Paraguaia, respectivamente, em datas fifa que a CBF não respeita e não paralisa as competições que organiza são desfalques certos do técnico Sampaoli.

FICHA TÉCNICA
GOIÁS 0 X 3 SANTOS
Estádio Serra Dourada, Goiânia (GO)
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (RJ) 
Público e renda: 12.453 pagantes/13.226 presentes - R$ 265.830,00
Cartões amarelos: Rafael Vaz, Alan Ruschel, Gilberto e Michael (GOI); Jorge (SFC)
GOLS: Soteldo, 24'/1ºT (1-0), Marinho, 14'/2ºT (2-0) e Soteldo, 27'/2ºT (3-0)
GOIÁS: Tadeu, Breno, Fábio Sanches, Rafael Vaz e Jefferson (Alan Ruschel, intervalo); Gilberto, Leo Sena (Papagaio, intervalo) e Yago Felipe (Kaio, 25/2ºT); Thalles, Michael e Leandro Barcia. Técnico: Ney Franco;
SANTOS: Everson, Victor Ferraz, Luan Peres, Lucas Veríssimo e Jorge; Alison (Felipe Jonatan, 37'/2ºT), Carlos Sánchez e Jean Mota (Pituca, 36'/2ºT); Soteldo, Marinho (Tailson, 29'/2ºT) e Sasha. Técnico: Jorge Sampaoli.

Soteldo marca dois e desfalca o Peixe no clássico.
NOTAS DOS JOGADORES DO SANTOS
Everson: Pouco trabalho, mas quando exigido deu conta do recado. - 6,0
Victor Ferraz: Mesmo sem ritmo de jogo, fez uma partida segura e parou um dos melhores atacantes da atualidade do futebol brasileiro Michael. - 7,0
Luan Peres: Eu disse que quando precisasse, assim que chegou que daria conta e não tem decepcionado. Bem principalmente nas antecipações. Partida segura. - 7,0
Lucas Veríssimo: Vive bom momento. Zagueiro rápido e com ótimo poder de recuperação. - 6,5
Jorge: Ótimo primeiro tempo, quando deu diversas bolas para Soteldo pela canhota. Na segunda etapa, apenas guardou posição na defesa. - 6,5
Alison: Fez o trabalho de 'formiguinha' na proteção a dupla de zaga e laterais. - 6,0
(Felipe Jonatan): Tem muita força física e personalidade. Sem dúvida que vai brilhar pelo Santos e pela Seleção Brasileira. Ótima aposta da direção. Jovem, tem muito a produzir. Coringa, joga em várias posições. Entrou com a partida decidida. - SEM NOTA. 
Sánchez: Ditou o ritmo da equipe na primeira etapa. No segundo tempo errou alguns passes. - 6,5
Jean Mota: Dos últimos jogos foi aquele que atuou melhor. Fez o segundo volante e jogou pro time e ainda participou de um dos gols. - 6,0
(Pituca): Sacrificou-se muitas vezes em prol do grupo ao jogar como primeiro volante. Não foi bem no último jogo, mas é ótimo jogador. Jogou pouco mais de dez minutos com os acréscimos. - SEM NOTA
Soteldo: Cresceu durante a temporada. Marcou dois gols, deu uma assistência e o responsável por quebrar as linhas vai fazer falta no clássico contra o São Paulo. - 8,0
Marinho: Jogador de muita força e grande arranque. Outro que vive grande momento. Bem no um contra um e tem feito gols em todos os jogos. Foram três nas três últimas partidas. Ainda colaborou com assistência do último gol. - 7,5
(Tailson): Não tem a mesma explosão e arranque de Marinho, porém é dono de ótimo drible curto. Como entrou no fim não deu tempo de mostrar serviço. - SEM NOTA
Sasha: Teve a chance de ampliar mas parou nas mãos do ótimo Tadeu. O terceiro gol levou toda a marcação. Jogador de grupo, muito inteligente. - 6,5
Técnico: Jorge Sampaoli: Parou de fazer 'testes' no time titular. Com exceção do meio-campo, achou a formação ideal. Foi bem sucedido ao apostar na velocidade e qualidade dos seus 'beiradas' Marinho e Soteldo para decidir a partida. - 7,0

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