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"NÃO FAREMOS AVENTURAS E NEM EMBARCAREMOS EM PROJETOS EM POWER-POINT"

Publicado às 07h00 desta sexta-feira, 24 de novembro de 2017.
À partir desta sexta-feira (24), o Blog do ADEMIR QUINTINO publica entrevista com os quatro presidenciáveis que concorrerão as eleições do Santos Futebol Clube, no próximo dia 9. O vencedor comandará o bi mundial de 2018 à 2020.

A ordem das publicações segue a numeração das chapas. Sendo assim, José Carlos Peres da "Somos Todos Santos" é o primeiro entrevistado. 

Para manter a isonomia e sem tendências para algum dos postulantes, as seis primeiras perguntas são todas idênticas aos quatro concorrentes e as últimas, em razão de informações que surgiram nas semanas que se aproximam do pleito, foram exclusivas a cada um. 

Não houve nenhum corte nas respostas dos pretendentes. Tudo que foi dito por cada um deles será publicado na íntegra.

Segundo lugar nas últimas eleições, em 2014, José Carlos Peres recebeu 1139 votos, contra 1321 do atual mandatário Modesto Roma. Seu vice, o funcionário público estadual Orlando Rollo, também foi candidato há três anos e obteve 855 votos. Ele ficou com a quarta colocação.

Peres tem como profissão ser empresário e é considerado um dos responsáveis pelo estudo da unificação dos títulos brasileiros antes de 1971, até então não reconhecidos pela CBF.

ENTREVISTA COM JOSÉ CARLOS PERES, CANDIDATO A PRESIDENTE DO SANTOS FC.

Blog do ADEMIR QUINTINO: Quais as razões que o levaram a ser candidato a presidência do Santos FC?
José Carlos Peres: "O atual estado de coisas que envolvem o clube. Dívidas que aumentam, sócios que diminuem, falta de transparência, receitas ordinárias que não são geradas. Enfim, a certeza de que mais do que nunca, é hora de mudar pra valer".
BAQ: Por que o associado do clube deve votar no candidato e não nos demais?
Peres: "Me sinto preparado pela experiência que acumulei no futebol nos últimos anos. Tenho uma longa folha de serviços prestados ao clube, fundando a Santos Vivo, montando uma subsede em minha própria casa no Pacaembu, servindo ao clube como superintendente, representando o Santos na FPF e no G4 Paulista, trabalhando por anos no reconhecimento de seis títulos brasileiros etc. Além disso, sócio há 40 anos e por cinco vezes conselheiro, conheço o clube e suas nuances políticas. O Santos é um clube cada vez mais dividido, fragmentado. Isso tem que mudar. É da soma das experiências técnica e política e da qualidade das pessoas que me apoiam, que tiro a conclusão de ser o mais preparado para assumir o clube neste momento".
BAQ: De que maneira pretende lidar com a dívida do clube?
Peres: "Com responsabilidade e seriedade. Com transparência, inclusive com um portal da transparência mostrando os detalhes da dívida e a forma que estão sendo pagas. Pretendo também propor ao Conselho Deliberativo uma emenda ao estatuto que institua uma trava, proibindo o comitê de gestão de aumentar a dívida em um real que seja, sob pena de responder com o próprio patrimônio"
BAQ: Caso vença as eleições, pretende reformar a Vila, construir uma Arena ou tem uma outra alternativa?
Peres: "Jogaremos 50% dos mandos na capital e 50% na Vila. Queremos reformar a Vila e a intensidade da reforma dependerá das parcerias que temos desde já tentado firmar. Estamos abertos a projetos que envolvam o clube para novas arenas. O mercado já está repleto de casos de sucesso e insucesso e teremos condição de avaliar a adequação do momento para esta empreitada. O clube, entretanto, não fará loucuras e não embarcará em aventuras que alguns projetos em power-point sugerem".
Peres, Rollo e o jornalista e escritor Odir Cunha.
BAQ: Caso eleito, o Santos terá um time competitivo em sua gestão? Vai investir em contratações? Se sim, de que tipo? Ou vai apenas subir jogadores da base?
Peres:"Investimentos na base serão prioritários, mas não bastam. O Santos precisa se manter competitivo porque do contrário tende a comprometer receitas. Vamos criar um centro de inteligência no futebol que nos auxilie a monitorar contratações de boa relação custo-benefício. Um clube de nosso porte, precisa também de algumas contratações pontuais mais "midiáticas", e isso pode ser conseguido em uma situação que seja viabilizada através de um departamento de marketing mais ativo".
BAQ: Pretende manter a política do clube nas categorias de base da forma que está ou pretende mudar algo? 
Peres: "É preciso mudar muito. A captação de atletas precisa ser feita com a organização de peneiras por todo país, sem prejuízo ao trabalho de avaliação do centro de inteligência do futebol. A manutenção e a dispensa de atletas da base serão submetidas a avaliação de uma comissão. Além disso, há que se investir muito em infraestrutura de treinamento".
BAQ: Como encarou e ainda encara a as críticas por parte de alguns no email enviado ao Rosemberg onde no texto continha a seguinte frase: "Me peguei vibrando" pelo rival SCCP, na conquista da Copa do Brasil em 2009?
Peres: "Com naturalidade. Lembrando, como já explicado muitas vezes, que aquilo se deu no contexto de formação do G4 Paulista. Portanto, recebo as críticas com normalidade, o que talvez não seja tão natural é o fato do uso político que alguns adversários tentam dar a um fato ocorrido há 8 anos num momento em que o clube vê suas dívidas crescerem, sua base de sócios definhar e suas receitas ordinárias estagnadas. Acho que há fatos mais urgentes a se discutir". 
BAQ: É verídica a informação que um vereador santista torcedor do rival apoia o candidato, após um áudio de um dos coordenadores de sua campanha ter sido vazado?
Peres: "Não". 
BAQ: Por fim, por que a tentativa de união com o candidato Rueda não chegou a um acordo? A oposição não conseguiu se unir em uma única chapa? 
Peres: "Tentamos algumas vezes e chegamos a construir uma possibilidade de fusão. Infelizmente não foi possível e o que nos foi passado é que o grupo político dele preferiu seguir pelo caminho da candidatura própria. Respeitamos a decisão, temos muito respeito pelo Andres (Rueda) e lhe desejamos sorte".
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PEIXE ESTÁ NA SEDE DE NOVO HORIZONTE, NA COPA SÃO PAULO

Publicado às 22h00 desta quarta-feira, 22 de novembro de 2017.
Campeão por três vezes - 84, 2013 e 2014, o Santos conheceu seus adversários na primeira fase da Copa São Paulo de Futebol Junior. O alvinegro vem de três campanhas ruins na competição e com um grupo diferente do ano passado, quer voltar a ser protagonista na maior competição da categoria de base do país.

O Peixe está no grupo 4 com sede em Novo Horizonte. Não terá tarefa fácil, o time comandado por Aarão Alves, filho do ídolo Manoel Maria. O alvinegro tem como adversários o Aliança-CE, América-RN e o Grêmio Novorizontino por uma das duas vagas para a segunda fase. O time da casa foi semifinalista do último estadual, eliminado no último fim de semana para o Palmeiras.

Nicolas, atacante santista.
Dos jogadores mais conhecidos do Peixe que vão em busca de realizar uma campanha digna das tradições do clube, são o volante Guilherme Nunes com convocações para a Seleção brasileira sub-20 e a promessa Nicolas, atacante, pupilo do Rei das pedaladas Robinho, entre outros.

A competição tem seu inicio no dia 2 de janeiro e a tabela será divulgada nos próximos dias pela Federação Paulista. A grande decisão está marcado para o dia do aniversário da capital bandeirante - 25 de janeiro.

ELEIÇÕES/2017

Até a presente data, não escrevi (e tampouco falei) uma linha sequer (propositadamente) do pleito eleitoral que vai eleger o presidente do Peixe para os próximos três anos. 

Como jornalista e associado do clube, preferi não apoiar ninguém. Sou associado e exercerei o meu direito de voto no próximo dia 9 do mês que vem, porém, por razões de foro íntimo, não declinarei minha preferência. 

Dito isto, com as chapas devidamente registradas e como esse espaço divulga sobre as coisas do alvinegro mais famoso do mundo, não posso me abster de entrevistas os candidatos. 

Sendo assim, à partir desta semana, publicarei uma entrevista com cada um dos quatro candidatos - José Carlos Peres, Nabil Khaznadar, Andrés Rueda e o atual mandatário, candidato a reeleição Modesto Roma Junior. 

Pessoalmente conversei com alguns candidatos, outros, eu mantive contato com as assessorias e já enviei seis perguntas idênticas e mais uma questão apenas diferente para cada um dos presidenciáveis. 

A ordem das entrevistas seguirá a mesma das chapas, com isso, José Carlos Peres terá a primeira entrevista publicada. 

Que vença o clube e seja eleito o melhor dos candidatos. 

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FIM DA ERA LUCAS LIMA NO SANTOS

Publicado às 16h20 desta terça-feira, 21 de novembro de 2017.
Lucas Lima não joga mais pelo Santos. O jogador se reuniu com o presidente do clube, Modesto Roma Júnior, o vice-presidente César Conforti e o superintendente de futebol Dagoberto Fernando dos Santos no começo da tarde desta terça-feira (21) e ficou decidido que o meia não atuará nas partidas contra o Flamengo, no dia 26 de novembro, e Avaí, dia 3 de dezembro, as duas últimas do Alvinegro Praiano pelo Campeonato Brasileiro 2017. O contrato do jogador com o Peixe termina no fim desta temporada. O jogador não renovou e nem pretende e seu destino deve ser confirmado em breve, que será o Palmeiras. 

Nos bastidores, o Blog do ADEMIR QUINTINO ouviu de diversas pessoas que transitam no mundo do futebol que Lucas Lima já teria assinado um pré-contrato com o Palestra Itália, em outubro. Nem o jogador, tampouco seu staff confirmam a informação. A lei permite que seis meses antes do término do vínculo de um jogador com qualquer agremiação, lhe dê este direito, não há nada ilegal nisso.

No encontro realizado há pouco, também ficou decidido que Lucas Lima seguirá treinando com os demais atletas do Santos nas próximas duas últimas semanas, no CT Rei Pelé, antes do termino da temporada para o elenco de profissionais santista.

No último domingo (19), o Blog do ADEMIR QUINTINO publicou que existia uma corrente no clube que era favorável ao afastamento do jogador e que a chance dele não atuar nos dois últimos jogos do clube em 2017, eram reais, já que o mesmo não permanecerá no Peixe. A decisão praticamente já estava selada, após a derrota na Bahia, na última quinta-feira (16), mas precisava informar o jogador. Como Lucas não atuou no último fim de semana, em razão de suspensão, diante do Grêmio, o encontro entre as partes só aconteceu na reapresentação do elenco na tarde de hoje. 

Pelo alvinegro, Lucas Lima fez 203 jogos, marcou 19 gols e conquistou dois títulos, os estaduais de 2015 e 2016.

O camisa 10 chegou ao Peixe em 2014, sem nenhuma badalação vindo do Internacional-RS, junto com Leandro Damião, após a disputa da série B do ano anterior, pelo Sport-PE. O técnico Oswaldo Oliveira, a época treinador do Peixe, nem utilizou o meia nas finais do Paulista de 2014, sequer no banco. 

Com a chegada de Enderson Moreira, Lucas ganhou espaço, destaque e que aumentou após trabalhar com Dorival Junior. O meia passou a ser convocado por Dunga e era figura constante na lista da Seleção Brasileira. Em 2016 teve altos e baixos (inclusive com contusão na final do Paulista) e neste ano, não brilhou da mesma forma, mesmo sendo protagonista em jogos da Libertadores.

O Alvinegro da Vila era apenas detentor de 10% dos seus direitos econômicos, entretanto, no acordo com a Doyen, o clube praiano vai ter de ressarcir valores ao fundo maltês, pois como o vínculo não foi prorrogado, o "parceiro" perdeu dinheiro e o atleta passa a ser dono dos 100% dos seus direitos econômicos.

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A LIBERTADORES É LOGO ALI

Publicado às 23h55 deste domingo, 19 de novembro de 2017.
Após três derrotas consecutivas, o Santos finalmente voltou a vencer. Para pouco mais de 4,2 mil testemunhas na Vila Belmiro, o Peixe bateu o Grêmio por 1 a 0, gol de Copete e agora está com 59 pontos. Como o Flamengo, próximo adversário, tem 53 e pode chegar ao mesmo número de do alvinegro, basta ao Glorioso um ponto nos dois próximos jogos para matematicamente conquistar a vaga direta para a Libertadores da América.


O Grêmio veio a baixada com um time "C", pois os principais jogadores do time gaúchos permaneceram em Porto Alegre, em preparação para a primeira partida da final da Libertadores deste ano, diante do Lanus-ARG, no meio de semana. Nem o treinador Renato Gaúcho viajou para São Paulo. 

O Santos, infelizmente, novamente não convenceu. Aliás, por ironia do destino, o único gol do jogo saiu em um contra-ataque, pois o tricolor dos pampas, que colocou uma bola na trave de Vanderlei, e o camisa 1 santista pouco antes, fez um milagre, ainda na primeira etapa e evitou o pior. 

O meia Vecchio que não é coordenador de jogadas e sim segundo volante, atuou na função de Lucas Lima que cumpriu a quarta suspensão pelo 12o. amarelo. Foi do argentino a bela assistência para Copete, que bateu na saída de Paulo Victor e fez 1 a 0.

Na segunda etapa, a qualidade do espetáculo, que já não era das melhores, caiu assustadoramente. O interino Elano fez as três substituições. Arthur na vaga de Copete,  Daniel Guede substituiu Vecchio (Ferraz virou armador) e o ala canhoto Orinho no lugar de Ricardo Oliveira, com o Peixe indo para um 4-4-2.

De bom mesmo, o fato de voltar a vencer e a aproximação de uma vaga na competição continental, mas o futebol do Santos continua bem econômico.

No próximo domingo (26), na Ilha do Urubu, no Rio de Janeiro, o Peixe enfrenta o Flamengo. Para o duelo, Lucas Veríssimo está suspenso. O camisa 28 recebeu o terceiro cartão amarelo e cumprirá suspensão. 

Já a volta de Lucas Lima ao time, ainda é incerta. O Blog do ADEMIR QUINTINO apurou que existe uma corrente no clube que deseja que o jogador não mais vista a camisa do Santos, nos dois jogos que restam ao time na competição. Nos bastidores, é dado como certa a ida do meia para o Palmeiras e ele defenda o clube da capital, à partir da próxima temporada, pois estará livre no mercado, já que seu vínculo com o Santos, se encerra no final deste ano.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 1 X 0 GRÊMIO
Estádio da Vila Belmiro
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez - PE
Público/renda: 4.206/ R$ 120.160,00
Cartões amarelos: Alison, Lucas Veríssimo (SFC), Jael e Kaio (GRÊ)
GOL: Copete - 31'/1T (1-0)
SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Luiz Felipe e Jean Mota; Alison, Renato e Vecchio (Daniel Guedes, aos 20'/2T); Copete (Arthur Gomes, aos 30'/2T), Bruno Henrique e Ricardo Oliveira (Ourinho, aos 37'/2T). Técnico: Elano.
GRÊMIO: Paulo Victor, Leonardo, Thyere, Bressan e Conrado; Machado, Cristian e Patrick (Batista, aos 38'/2T); Dionathã (Lucas Poleto, aos 35'/2T), Kaio (Pepe, aos 29'/2T) e Jael. Técnico: César Bueno.

Vecchio, deu a assistência para o único gol do jogo, marcado por Copete.
NOTAS DOS JOGADORES DO SANTOS: 
Vanderlei: Voltou a ser o "Vandeuslei" que operou milagres ao longo do campeonato. Fez uma defesa sensacional quando o jogo estava empatado, em chute de Jael na pequena área. - 7,0
Victor Ferraz: Pouca intensidade no apoio. Depois virou armador. Já demonstrou ter mais futebol do que vem apresentando nas últimas partidas.- 5,5
Lucas Veríssimo: Caiu de produção nos últimos jogos. Recebeu o terceiro amarelo e desfalca o time no RJ. - 5,0
Luiz Felipe: Precisa readquirir a forma e o ritmo que deram-lhe a condição de melhor defensor do país em 2016. Bem na saída de bola. - 5,5
Jean Mota: Deu espaços na marcação, mas teve bons momentos quando puxou alguns contra-golpes. Também foi para o meio na segunda etapa. - 5,5
Alison: Um dos melhores do time nos últimos jogos. É de uma entrega absurda. Quase marcou um belo gol no segundo tempo. - 6,0
Renato: Ótimos passes e bem na saída de bola. Um "pecado" que não tenha mais a intensidade de anos atrás, pois sua qualidade técnica é indiscutível. - 6,0
Vecchio: Ele é segundo volante e não armador. Confesso que temi por uma boa performance do camisa 20, já que não estava na sua função. Me equivoquei. Demonstrou ótimo passe e deu bela assistência para o gol de Copete. Apesar da falta de ritmo, creio que aguentava pelo menos mais 15 minutos. - 7,0
(Daniel Guedes): Pouco apareceu. Discreto. - 5,5
Copete: Muito mal utilizado por Levir Culpi. Apesar de ter passe ruim, finaliza bem e fez o único gol do jogo. - 7,0
(Arthur): Apesar de pouco tempo em campo, teve chance de puxar dois contra-ataques. Em um deles preferiu o passe. Precisa recuperar a confiança. - 5,0
Bruno Henrique: O Santos só está no G-4 desde a 12a. rodada, graças ao camisa 27 e ao goleiro. Novamente, ele é quem deu mais trabalho a retaguarda adversária. Perdeu um gol incrível de cabeça. - 7,0
Ricardo Oliveira: Pouco acionado. Deu apenas um finalização com precisão, em bela intervenção de Paulo Victor. Foi substituído. - 5,5
(Ourinho): Jogou apenas 8 minutos, mais os acréscimos. - SEM NOTA
Técnico: Elano: Novamente o Santos voltou a ter dificuldades para propor o jogo. O único gol surgiu de contra-ataque. Depois, com o resultado em mãos,  o time conseguiu se fechar, mas sofreu muito. Eu, acredito que era jogo para o menino Rodrygo que poderia dar um "calor" nos laterais reservas do Grêmio. - 5,5

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SOS REABILITAÇÃO

Publicado às 16h05 deste sábado, 18 de novembro de 2017.
No Santos, a ordem é reabilitação. Após três derrotas seguidas, o time dirigido pelo interino Elano volta a campo pela antepenúltima rodada do Campeonato Brasileiro diante dos reservas do Grêmio (RS), às 19 horas deste domingo (19), na Vila Belmiro. O Peixe busca garantir matematicamente a classificação para a Copa Libertadores da América. O alvinegro estacionou nos 56 pontos e se não voltar a pontuar, corre sérios riscos de ir para a pré enrentar dois adversários em quatro jogos. Sem Lucas Lima suspenso e David Braz com um entorse no joelho, Vecchio deve ser o coordenador de jogadas e Luiz Felipe o substituto na defesa. O Blog do ADEMIR QUINTINO também apurou, que Copete deve reaparecer de titular na vaga do jovem Arthur.

Para não depender de absolutamente ninguém, o Santos precisa de cinco pontos para garantir matematicamente a classificação para a fase de grupos da competição continental. Mas como a grana anda curta, repetir o vice-campeonato de 2016, seria uma boa, já que a premiação ao segundo lugar é maior do que para o terceiro e quarto lugares, respectivamente. Os valores são R$ 11.373.030,00 ao vice,  seguidos de R$ 7.759.170,00 ao terceiro e   R$ 5.633.370,00 ao quarto. O campeão SCCP levará a bagatela de R$ 18 milhões. Em relação a 2016, o aumento total do dinheiro aos premiados ficou em R$ 3,7 milhões, sendo só para o primeiro lugar, R$ 1 milhão a mais em relação a temporada passada.

Sem Lucas Lima suspenso pela quarta vez - é o jogador mais indisciplinado da competição, foi seu 12o. amarelo, o argentino Vecchio deve herdar a vaga do camisa 10, que está se despedindo do clube. O contrato do meia que chegou a Vila em 2014, termina em 31 de dezembro. Existia a chance de Jean Mota herdar o posto, mas sem ala canhoto, com o abandono de Zeca e a contusão de Caju, o camisa 39 deve ser mantido na função de ala canhoto.

O menino Arthur Gomes é outro que corre risco de perder a titularidade. O jovem que marcou gol diante do Atlético-MG, ainda oscila e pode ser preservado para a volta do colombiano Copete. 

Já o defensor David Braz teve um entorse no joelho em Salvador, na derrota diante do Bahia.  Segundo a assessoria do clube, o jogador não teve qualquer tipo de comprometimento nos ligamentos do joelho, e existe a possibilidade dele voltar antes do término do Brasileirão. O departamento médico santista vetou o camisa 14 apenas para a partida deste fim de semana.

Se as informações que o Blog apurou estiverem corretas, o Peixe tentará a vitória diante do Tricolor gaúcho, vice-líder da competição e que pensa muito mais nas finais da Libertadores diante do Lanus-ARG do que no torneio nacional com Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Luiz Felipe e Jean Mota; Alison, Renato e Vecchio; Copete, Ricardo Oliveira e Bruno Henrique.

RELACIONADOS

Goleiros
Vanderlei e Vladimir
Zagueiros
Fabián Noguera, Lucas Veríssimo e Luiz Felipe
Laterais
Daniel Guedes, Orinho e Victor Ferraz
Meias
Alison, Vecchio, Jean Mota, Matheus Jesus, Renato, Serginho e Yuri
Atacantes
Arthur, Bruno Henrique, Copete, Kayke, Ricardo Oliveira, Rodrygo, Vladimir Hernández e Yuri Alberto

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QUATRO DERROTAS EM CINCO JOGOS

Publicado às 08h45 desta sexta-feira, 17 de novembro de 2017.
O fim da temporada não está nada para Peixe. Em partida válida pela 35a. rodada do Campeonato Brasileiro, na Arena Fonte Nova, o Santos perdeu pela terceira vez seguida, desta vez para o Bahia por 3 a 1. Nos últimos cinco jogos foram quatro derrotas (São Paulo, Vasco, Chapecoense e Bahia) e apenas uma vitória. O gol santista na boa terra foi de Bruno Henrique.

O interino Elano mandou o Santos com três alterações em relação ao fiasco da última segunda-feira (13) diante da Chapecoense. Jean Mota começou pela ala-esquerda e Victor Ferraz retornou a direita. David Braz voltou a zaga, recuperado de edema e Bruno Henrique após cumprir suspensão automática regressou ao ataque.

Por incrível que possa parecer, os primeiros 45 minutos do Peixe, não foram ruins. Na base do contra-ataque, o time explorava bem, principalmente a velocidade de Bruno Henrique. Se não era um primor de apresentação, era um oásis em relação aos dois últimos jogos. Em um desses contra-golpes, o zagueiro David Braz curtindo uma de ponta, cruzou da direita e encontrou o camisa 27 santista na pequena área, que abriu o marcador aos 17 minutos.

Dez minutos depois que o alvinegro abriu a contagem, Lucas Veríssimo cometeu o segundo pênalti seguido dele. O camisa 28 já tinha cometido penalidade máxima na rodada passada na Arena Condá em Chapecó e com isso, os baianos empataram com Mendoza. Este resultado permaneceu até o fim da primeira etapa. O time que tinha a segunda melhor defesa da competição, entretanto, nos últimos cinco jogos, o setor levou 10 gols, média de 2 gols por jogo, incompatível para a grandeza do clube.

Bastou o árbitro Sandro Meira Ricci apitar o inicio da etapa complementar e os problemas do Santos aumentaram. Aos nove minutos, depois de uma bola parada, o Peixe levou um contra-golpe e depois de um cruzamento da direita, Alison tentou mandar a bola para escanteio, mas fez gol contra.

Daí em diante, tendo que propor jogo, a partida praticamente acabou para o time da Vila. Faltava penetração, toques rápidos e com exceção de duas finalizações de Ricardo Oliveira, o time da baixada não dava pinta que reagiria. Como não existe nada ruim que não posso ficar pior, Jean Mota tocou a bola, mas a arbitragem viu penalidade máxima do ala em um atacante baiano. Edigard Junio bateu e colocou a pá de cal, dando números finais a partida.

Mesmo com a segunda penalidade máxima sendo duvidosa, não dá para vir com discurso de vitima e esconder os erros da equipe. O Santos é um time previsível, lento e quando tem de se impor diante do adversário, como terá que ser na próxima rodada, em casa, é um "deus nos acuda". A equipe tem dificuldades enormes, sem conjunto e não demonstra poder algum de reação. O ano passado chegou a perder três jogos seguidos (Coritiba, Figueirense e Internacional-RS), e em 2015, uma sequência de insucessos como essa, custou o cargo de Marcelo Fernandes que foi substituído por Dorival Junior no comando.

Com o resultado e principalmente beneficiado pelos demais placares, o Santos permanece na quarta colocação e estacionou nos 56 pontos. Domingo (20), na Vila Belmiro, sem Lucas Lima suspenso, enfrenta o Grêmio-RS. A vaga direta para a Libertadores, permanece próxima, mas precisa voltar a pontuar. 

Sou contra decisões desesperadas, pouco acrescentam, mas algo precisa ser feito para "ontem". 

FICHA TÉCNICA
BAHIA 3 X 1 SANTOS
Arena Fonte Nova, Salvador (BA)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-SC)
Público/renda: 22.896 pagantes/R$ 478.586,00
Cartões amarelos: Éder, Tiago e Renê Júnior (ECB), Lucas Lima e Jean Mota (SFC)
Gols: Bruno Henrique (16'/1ºT) (0-1), Mendoza (22'/1ºT) (1-1), Alison (contra) (9'/2ºT) (2-1), Edigar Junio (33'/2ºT) (3-1)
BAHIA: Jean; Eduardo (Éder, aos 29'/2ºT), Tiago, Thiago Martins e Juninho Capixaba; Renê Júnior, Juninho (Edson, aos 16'/2ºT) e Allione (Régis, aos 21'/2ºT), Zé Rafael, Mendoza e Edigar Junio. Técnico: Paulo C. Carpegiani.
SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz (Luiz Felipe, aos 44'/1ºT), e Jean Mota; Alison, Renato (Yuri Alberto, aos 29'/2ºT) e Lucas Lima; Arthur Gomes (Vladimir Hernández, aos 7'/2ºT), Bruno Henrique e Ricardo Oliveira . Técnico: Elano.

NOTAS DOS JOGADORES DO SANTOS
Vanderlei: Sem culpa nos gols sofridos, sendo dois de pênalti. Prefeiru escolher o canto direito e os dois batedores colocaram a bola a esquerda. Fez uma boa defesa durante o jogo em finalização de Zé Rafael.  - 5,5
Victor Ferraz: Longe do ala que apoiava por dentro e tabelava com os meias, proporcionando perigo aos adversários. - 5,0
Lucas Veríssimo: Caiu muito de produção nos últimos jogos. Cometeu um pênalti que podia ser evitado. - 4,0
David Braz: Realizava bom jogo. Deu assistência no gol de Bruno Henrique. Segundo seu companheiro de zaga na entrevista que deu no intervalo, deixou o gramado com uma suspeita de entorse no joelho. - 6,5
(Luiz Felipe): Ainda falta ritmo de jogo e a retomada da confiança após a cirurgia no joelho. No lance do segundo gol, no contra-ataque que o Santos sofreu, não conseguiu voltar com velocidade para o setor. Tem muito potencial. - 5,0
Jean Mota: Atuou melhor na meia, na segunda-feira passada. Deu alguns espaços e foi prejudicado pela arbitragem que deu um pênalti que o atleta, na minha interpretação, não cometeu. - 4,5
Alison: Na má fase que o time se encontra, efetivamente é um dos poucos que se salva. Corre incansavelmente na marcação. Deu azar ao tentar tirar a bola para fora, marcar um auto-gol. - 4,5
Renato: Tem qualidade no passe, mas como o time precisava de intensidade, principalmente quando estava atrás do marcador, o camisa 8 pouco produziu.  - 4,5
(Yuri Alberto): O jovem atacante de 16 anos estreou nos profissionais. Se deslocou, mas pouco foi acionado. Não ficou espetado entre o zagueiros já que Elano manteve Ricardo Oliveira em campo. - 5,5 
Lucas Lima: Foi menos pior que segunda passada, mas muito aquém das qualidades que o jogador já demonstrou possuir, mas menor do que ele acha que tem. Não produziu nenhuma jogada perigosa. Recebeu o terceiro cartão amarelo e fica fora diante do Grêmio-RS. - 4,5
Arthur Gomes: Não conseguiu levar perigo pelo lado direito do ataque. - 4,5
(Vladimir Hernández): Ainda não justificou o investimento feito pelo clube. Sempre jogou em times intermediários da Colômbia, nunca em um gigante de seu país. Estreou com gol de bicicleta diante do frágil time marroquino do Kenitra e nunca se firmou na equipe santista. Entrou para ser uma opção de contra-ataque no "cabalístico" sétimo minuto, mas teve atuação apagada. - 4,0 
Bruno Henrique: Se o Santos ainda permanece no G-4, deve-se muito as suas assistências e seus gols. Ao lado de David Braz, os únicos com atuações razoáveis na noite. - 7,0 
Ricardo Oliveira: Finalizou pouco. - 5,0
Técnico: Elano: Armou o time para explorar a velocidade de Bruno Henrique no contra-golpe. Colocou o jovem centroavante Yuri no segundo tempo, mas o jogador que estreava, ficou com poucas funções no jogo, já que é de área e com Ricardo Oliveira em campo, teve dificuldades de encontrar seu melhor posicionamento. A equipe necessitava de alguém que oferecesse assistência aos finalizadores. Tentou Hernandez pelo lado, na vaga de Arthur para contra-atacar, mas tomou o segundo gol, dois minutos depois. - 4,0

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RESGATAR A AUTO-ESTIMA

Publicado às 08h50 desta quarta-feira, 16 de novembro de 2017.
Sem chances de título, já que matematicamente o Campeonato Brasileiro deste ano, já tem um campeão desde a noite de quarta-feira (15), o SCCP, o Santos volta a campo nesta quinta-feira (16), em Salvador com alguns objetivos, diante do Bahia, às 21h: Se reabilitar após duas derrotas seguidas; encostar no vice-líder Grêmio, pois tem confronto direto, em casa, no fim desta semana e com isso, manter vivo com chance de ultrapassá-los na tabela e o principal, dar uma satisfação ao seu torcedor, após duas apresentações muito ruins diante de Vasco e principalmente Chapecoense, na última segunda-feira (13).

Nos últimos três anos, o time da Vila, com praticamente o mesmo elenco, já que a base vice-campeã da Copa do Brasil em 2015 foi mantida tornou-se um time competitivo. Venceu dois paulistas, porém, apesar de sempre estar nas primeiras colocações, derrapou nas competições nacionais e internacionais (Libertadores deste ano). 

Em 2017, ocorreu a mudança no comando técnico duas vezes (Dorival para Levir e de Culpi para Elano) e o Peixe que foi sim, no começo da temporada, em razão do vice-campeonato brasileiro do ano passado e o time com maior conjunto entre os rivais, apontado por muitos como aquele que faria frente as milionárias equipes de Flamengo e Palmeiras. Eis que a temporada está próxima do fim e nenhum dos três foram protagonistas durante o ano.

Pior que isso, o alvinegro de Vila Belmiro voltou a ser altamente contestado pelo seu torcedor. Nos últimos sete jogos, venceu apenas dois e o futebol demonstrado na Arena Condá no começo desta semana foi de uma tristeza tamanha, para não utilizar um adjetivo mais forte. 

O elenco santista que por muitas vezes se sente injustiçado com a imprensa e a torcida, precisa dar uma resposta a tudo isso e muito mais que o resultado da noite de hoje no Nordeste, diante de um recuperado Bahia, que luta para ir a Libertadores, o Santos tem um compromisso consigo mesmo, ter uma disposição e entrega muito maior do que a apresentada nos últimos jogos. Se não der na bola, vai ter que igualar pelo menos na vontade, o desejo de voltar com pontos na bagagem na volta para São Paulo.

Para o duelo que encerra a 35a. rodada, Elano tem a disposição os retornos do defensor David Braz e do atacante Bruno Henrique, ausentes no fiasco de Chapecó. Bruno Henrique deve entrar do lado direito do ataque na vaga de um dos volantes e David Braz reassume o posto de Luiz Felipe.

No primeiro turno, no Pacaembu, o Peixe venceu o Bahia por 3 a 0, com três gols de Bruno Henrique.

O provável Santos deve começar o jogo com Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Victor Ferraz; Alison, Renato e Lucas Lima (Jean Mota); Bruno Henrique, Ricardo Oliveira e Arthur.

Giovannui e Derick convocados para a Seleção Brasileira
MAIS TRÊS CONVOCADOS

Após ter o lateral Kadu, o meia Ivonei e o Atacante Kaio convocados para a disputa do Sul-Americano sub-15 que acontece na Argentina, mais três jogadores do Santos foram chamados nesta semana para defender a Seleção Brasileira da categoria, que vai disputar a  Copa Nike friendlies, nos Estados Unidos, à partir do fim deste mês. São eles o zagueiro Derick, o volante Sandry e o meia Giovanni. 

Sandry volante convocado.
Os jogadores que trabalharam com o técnico Gustavo Roma no Santos ao longo de 2017, se apresentarão para a fase de preparação no dia 19 e ficarão na Granja Comary treinando até o dia 26, quando embarcam para a terra do "Tio Sam". A competição termina em 4 de dezembro.

O sub-15 santista, terceiro lugar no estadual deste ano chegou a ter oito jogadores convocados. Além dos seis supra-citados, o goleiro Vitor e o atacante David também foram lembrados ao longo da temporada.

ASPIRANTES 100%

No Campeonato Brasileiro de aspirantes, o Santos voltou a vencer, nesta quarta-feira (15) e manteve os 100% de aproveitamento ao final da primeira fase da competição. Os comandados de Kleiton Lima bateram o Atlético, em Minas Gerais e conquistaram a quarta vitória seguida. Os gols foram de Diego Cardoso e Lucas Crispim.

Nesta quinta-feira (16), o alvinegro aguarda os resultados do outro grupo para conhecer seu adversário na semifinal. 


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IRRITANTE

Publicado às 23h27 desta segunda-feira, 13 de novembro de 2017.
O Santos perdeu a segunda partida seguida no Campeonato Brasileiro. Desta vez, na Arena Condá, no Sul do país, diante da Chapecoense por 2 a 0. Os primeiros 45 minutos do Peixe foram horríveis e incompatíveis para quem está no G-4 da competição desde a 12a. rodada. Com os outros resultados da rodada, o alvinegro caiu para a quarta colocação da competição e estacionou nos 56 pontos.

Sem Bruno Henrique suspenso e David Braz lesionado, Elano ganhou mais um problema de última hora. Caju com fortes dores na perna esquerda foi vetado e não viaja para Salvador com o restante da delegação. O lateral-esquerdo embarca para a Baixada Santista onde realizará exames. Com isso, Victor Ferraz foi improvisado do lado canhoto e Daniel Guedes entrou na ala-direita. No meio-campo, o técnico interino preferiu entrar com três volantes e Lucas Lima um pouco mais próximo da ponta-direita.

O primeiro tempo do Santos foi de uma caricatura mal feita de um time de futebol. A equipe não criou absolutamente nada e o goleiro da "Chape" Jandrei, foi um expectador de luxo. Não bastasse isso, o time da casa saiu na frente em um pênalti cometido por Lucas Veríssimo, após colocar a mão na bola, bem convertido por Wellington Paulista, mais um para entrar na lei do ex (o centroavante atuou na década passada no alvinegro).

Veio a segunda etapa. Elano não mexeu de cara, entretanto, aos 7 minutos trocou Lucas Lima por Jean Mota e o time melhorou um pouco. O camisa 39 apareceu do lado direito e tabelou algumas vezes com Daniel Guedes e Serginho e foram alguns minutos em que o time da Vila jogou um pouco melhor. Por ironia do destino, quando o Peixe parecia que ia começar a oferecer perigo contra os catarinenses, em um contra-ataque, Wellington Paulista recebeu sem marcação e cruzou para Arthur que fechou a conta da partida. 

Para um time que até duas rodadas atrás lutava diretamente pelo título, mesmo após muitos tropeços, chegou a irritar a apresentação santista. O time não conseguiu ultrapassar as linhas de um time mediano como a da Chapecoense. Não teve compactação, aproximação, infiltrações e jogadas de velocidade. Após a derrota em casa para o Vasco, os torcedores esperavam uma apresentação mais convincente e uma resposta do elenco, o que efetivamente não aconteceu.

Na quinta-feira (16), o Peixe joga no nordeste, diante do Bahia, que melhorou bastante após a chegada de Paulo César Carpegiani no comando. Mais uma parada indigesta e mais uma oportunidade do elenco reagir após mais uma apresentação abaixo da crítica. Para um time que foi apontado pelo conjunto de três anos jogando junto, como um dos três melhores do país no começo da temporada, o ano está se encerrando bem distante do que se esperava. Um clube com a grandeza do Santos, não pode terminar o campeonato dessa forma.

Bruno Henrique, um dos responsáveis pelo time ainda estar no G-4, retorna de suspensão na próxima rodada. 

Ricardo Oliveira deu uma assistência e uma cabeçada a gol.
FICHA TÉCNICA
CHAPECOENSE 2 X 0 SANTOS
Arena Condá, Chapecó (SC)
Árbitro: Jailson Macedo Freitas
Público e renda: 11.301 pagantes/R$ 272.030,00
Cartões amarelos: Lucas Veríssimo, Luiz Felipe e Serginho (SAN)
Gols: Wellington Paulista (13'/1ºT) (1-0); Arthur Caíque (21’/2º T) (2-0)
CHAPECOENSE: Jandrei; Apodi, Douglas, Fabrício Bruno e Reinaldo; Canteros (Nenem, 37'/2ºT), Amaral, Moisés e Luiz Antônio (João Pedro, 21'/2ºT); Arthur Caíque e Wellington Paulista (Túlio de Melo, 30'/2ºT). Técnico: Gilson Kleina

SANTOS: Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, Luiz Felipe e Victor Ferraz; Alison, Renato, Matheus Jesus (Serginho, 17'/2ºT) e Lucas Lima (Jean Mota, 7'/2ºT); Arthur Gomes e Ricardo Oliveira. Técnico: Elano

NOTAS DOS JOGADORES DO SANTOS: 
Vanderlei: Um dos poucos que se salvaram da apresentação sofrível. No pênalti, preferiu escolher o canto, mas não adivinhou. Fez uma boa defesa em uma cabeçada na segunda etapa. - 6,0
Daniel Guedes: Seu forte é o apoio e o cruzamento. Fez apenas uma vez em todo o jogo. -5,0
Lucas Veríssimo: Um dos melhores defensores do campeonato, não reeditou suas boas apresentações. Cometeu um pênalti com a mão e marcou a bola e não o jogador, no segundo gol do adversário. - 4,0
Luiz Felipe: Ainda sente a falta de ritmo de jogo. O melhor zagueiro do futebol brasileiro em 2016, só atuou pela terceira vez na competição. - 4,5
Victor Ferraz: Estava "torto" pelo lado canhoto. No segundo gol da Chapecoense não interceptou o cruzamento de Wellington Paulista. - 4,5
Alison: Correu, deu carrinho e ainda conseguiu tomar a bola algumas vezes. - 5,5
Renato: Pouco apareceu no meio-campo. Começou um pouco mais a frente e depois inverteu com Alison. - 5,0
Matheus Jesus: Ficou mais na cobertura de Victor Ferraz. Nesta noite foi tímido. - 5,0
(Serginho): Brigou bastante. Demonstrou interesse e tabelou algumas vezes a frente da área. - 5,5
Lucas Lima: Apagado. Foi bem substituído. - 4,0
(Jean Mota): Com a sua entrada, foi o único momento em que o Santos tentou agredir o adversário pelo lado direito do seu ataque. - 5,5
Arthur: O único que tentou "quebrar" as linhas, mas ainda assim teve pouco êxito. - 5,5
Ricardo Oliveira: Isolado na frente, sua atuação ficou limitada a uma cabeçada na segunda etapa e um bom papel de pivô no primeiro tempo ao dar uma assistência para Victor Ferraz. - 5,5
Técnico: Elano: O ataque ficou órfão com os três volantes e a pouca produtividade e participação de Lucas Lima. Para não dizer que não falei das flores, o treinador fez bem ao retirar o camisa 10 aos 7 minutos da segunda etapa. - 4,5

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