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ETERNAS PEDALADAS

Postado às 08h10 deste domingo, 15 de dezembro de 2013
Há 11 anos, as pedaladas de uma garoto franzino nascido em São Vicente de nome Robinho, encantaram o país e após 34 anos , o Brasil era do alvinegro mais famoso do mundo mais uma vez. Neste 15 de dezembro de 2013 completam-se 11 anos de um dos títulos brasileiros mais importantes da história do Santos.

O último titulo nacional do Peixe havia acontecido em 1968. Pelé havia parado de jogar na década de 70 e o alvinegro viveu um período de "vacas magras". As exceções foram os títulos paulistas de 1978 e 1984, além do vice-campeonato brasileiro de 1995.

Sem dinheiro para contratações em 2002, o Santos montou um time recheado de garotos para não cair para a segunda divisão sob a batuta de Emerson Leão e os meninos da Vila provaram que talento se faz em casa e em uma campanha sensacional, eliminaram tudo e todos e deram a volta olímpica mais aguardada pela Nação Santista após vencer o rival SCCP por 3 a 2, na grande final. 
"Éramos apontados como zebra e tiramos um enorme peso das nossas costas. Há alguns anos a torcida pendurava as faixas de ponta-cabeça para protestar", relembrou o responsável em levantar a taça naquela memorável tarde, o volante Paulo Almeida.

A epopeia santista foi um divisor de águas na vida do clube. Em 2003 o Santos foi vice-campeão brasileiro e da Libertadores. No ano seguinte, levou o oitavo título nacional de sua história e manteve a rotina vencedora em 2006 e 2007 com o bicampeonato paulista. Depois de três anos, o clube iniciou a era Neymar, conquistando o tri paulista (2010,2011 e 2012), campeão da Copa do Brasil (2010) e a Libertadores de 2011.

Fábio Costa, Maurinho, André Luís, Alex e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano e Diego (Robert depois Michel); Robinho e William (Alexandre) e o técnico era Émerson Leão. Alberto, fundamental na campanha do título estava suspenso na grande decisão.

Me perdoem meus leitores, pois, esse espaço é formado basicamente por informações, mas recordar é viver e esse data tão marcante na história do clube não poderia passar em branco.

Mais do que as conquista, aquele esquadrão alvinegro ressuscitou a mistica de que no Santos, não basta vencer. Tem que ser no estilo ofensivo e dar espetáculo.

Relembre os minutos finais daquele jogo:



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