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FÁCIL, EXTREMAMENTE FÁCIL

Publicado às 00h45 desta quinta-feira, 11 de Maio de 2017.
O Santos não teve dificuldade para se classificar as quartas de finais da Copa do Brasil. Mesmo com uma boa vantagem construída no jogo de ida, o alvinegro voltou a vencer o Paysandu, dessa vez no Estádio Mangueirão, em Belém do Pará, por 3 a 1 e foi o primeiro classificado entre os oito melhores da competição nacional. Os gols do time da Vila foram de Kayke e dois de Bruno Henrique.


Antes de abrir o marcador, o Peixe levou dois sustos em chutes que o goleiro Vanderlei defendeu, após erros de posicionamento do setor defensivo, mas bastou Bruno Henrique abrir o marcador na metade da etapa inicial, após belo lançamento de Lucas Lima e assistência de Vitor Bueno, que as coisas mudaram. 

À partir daí, o time da casa precisava fazer quatro gols para se classificar e o ímpeto do time de Chamusca diminuiu sensivelmente, aliada a superioridade técnica do time praiano. Daí em diante, o Santos controlou o jogo como quis e da forma que melhor lhe convinha.

Nem mesmo o gol do bicolor do norte do país com apenas cinco minutos da etapa complementar, mudou o panorama da partida. 

O treinador Dorival Junior se deu ao luxo até de poupar peças importantes da equipe como Ricardo Oliveira, Renato e Bruno Henrique que foram substituídos bem antes do apito final, nitidamente pensando na maratona que o time terá pela frente nos próximos dias.

No domingo (14), o Santos estréia no Brasileirão deste ano diante do Fluminense, às 11h, no Maracanã. Na próxima quarta-feira (17), enfrenta o The Strongest e a altitude de La Paz, sem Thiago Maia suspenso, na Libertadores da América e encerra a semana no sábado (20), diante do Coritiba, na Vila Belmiro, pela segunda rodada do Nacional.

Vitória tranquila, sem uma exibição exuberante, nem precisou. As quartas de finais da Copa do Brasil tem quatro datas disponíveis entre o fim de junho e começo de agosto. O adversário santista será conhecido através de sorteio, após os outros sete classificados forem definidos.

FICHA TÉCNICA 
PAYSANDU 1 X 3 SANTOS 
Estádio Mangueirão, Belém (PA)
Árbitro: Andre Luiz de Freitas Castro (GO)
Público/Renda: 13.548/R$ 251.370,00
Cartão amarelo: Cléber (SFC)
Gols: Bruno Henrique 26' 1ºT (0-1); Diogo Oliveira 4' 2ºT (1-1); Bruno Henrique 15' 2ºT (1-2); Kayke 33' 2ºT (1-3)
PAYSANDU: Emerson; Ayrton, Perema, Gilvan e Hayner; Augusto Recife, Wesley (Alfredo 17' 2ºT) e Rodrigo Andrade (Wilkerson); Leandro Carvalho e Bérgson (Wil 17' 2ºT). Técnico: Marcelo Chamusca
SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Cleber e Jean Mota; Thiago Maia, Renato (Leandro Donizete 16' 2ºT) e Lucas Lima; Vitor Bueno, Bruno Henrique (Thiago Ribeiro 28' 2ºT) e Ricardo Oliveira (Kayke 18' 2ºT). Técnico: Dorival Júnior  

NOTAS DOS JOGADORES DO SANTOS: 
Vanderlei: Duas boas defesas no começo do jogo. Depois virou expectador do confronto. - 7,0
Victor Ferraz: Não apoiou tanto, como de costume. - 5,5
Lucas Veríssimo: Levou um drible desconcertante no começo do jogo. Se preocupou muito em fazer a cobertura do seu companheiro Cléber e algumas vezes deixou o seu setor, o direito, descoberto. - 5,0
Cleber: Visivelmente sem ritmo de jogo. No gol do Paysandu perdeu fácil na velocidade para o atacante do time da casa. - 4,5
Jean Mota: Belo lançamento no terceiro gol.  Sofreu um pouco na marcação no começo do segundo tempo. - 6,5
Thiago Maia: Irreconhecível no começo do jogo. Parou quase todas as jogadas com faltas. Depois melhorou. - 6,0
Renato: Quase não apareceu na partida. Exceção as poucas saídas de bola em que se apresentou. - 6,0
(Leandro Donizete): Fez o arroz com feijão, bem temperado. Sem grande qualidade no passe, tocou de primeira e deu alguns botes na marcação. - 6,0
Lucas Lima: O grande articulador do time. Um dos melhores em campo. Belo lançamento no primeiro gol. - 7,5
Vitor Bueno: Parece que aos poucos recupera sua confiança. Duas belas assistências nos primeiros dois gols. - 7,5
Bruno Henrique: Teve três chances de marcar e aproveitou duas. Bela média. Evolui a cada dia. - 7,5
(Thiago Ribeiro): Entrou quase no fim. Não teve oportunidade de aparecer, tampouco finalizar.- SEM NOTA
Ricardo Oliveira: Uma bela jogada com uma finalização e depois foi discreto, até ser substituído. - 5,5
(Kayke): Entrou melhor que seu antecessor. Teve oportunidades de marcar dois gols e guardou um, o último do duelo. - 6,5
Técnico: Dorival Júnior: Armou o time, a exemplo do que fez diante do Santa Fé, para dar a bola ao adversário e quando retomasse, explorasse a bola longa. Deu certo. - 7,0


 

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