DESAFOGOU E CLASSIFICOU

Publicado às 01:39 desta quarta-feira, 27 de maio de 2026


(*) Pedro La Rocca

Dono da lanterna do grupo D durante grande parte da primeira fase da Copa Sul-Americana, na última rodada o Santos conseguiu se classificar à repescagem da competição como um dos piores segundos colocados dentre todos os grupos. O sofrível Cuenca veio à Vila pela primeira vez e perdeu por 3x0. Gabigol, Ferrero (contra) e Bontempo marcaram os gols.

Luan Peres e Barreal foram as únicas novidades. Veríssimo levou o terceiro amarelo contra o San Lorenzo e automaticamente se tornou desfalque contra os equatorianos. O argentino voltou de suspensão no Brasileirão e tomou a vaga de Rony.

A exemplo do que aconteceu contra o Recoleta, o SFC abriu o placar cedo. Logo aos 13 minutos, Gabigol aproveitou assistência de Igor Vinícius para abrir o placar. Bontempo iniciou a jogada com um passe magistral para o lateral-direito.

Naquele momento os equatorianos tinham aproveitamento de passe inferior a 60%.

O Alvinegro só não ampliou o placar, porque voltou a se esgotar fisicamente - mesmo antes dos primeiros 45 minutos.

Na volta do intervalo, Cuca sabendo da qualidade técnica horrorosa do adversário, simplesmente deu a bola aos equatorianos para se aproveitar dos contra-ataques. Terminaram o segundo tempo com mais posse de bola. 

A estratégia Santista, no final das contas, deu certo. Miguelito no segundo e Bontempo no terceiro gol, se aproveitaram de falhas de defensores adversários para fechar a conta no placar.

Classificar-se em segundo nesse grupo com Cuenca e Recoleta, com o último sendo líder, é para entrar no livro de vexames da história do clube. 

FICHA TÉCNICA

SANTOS 3 X 0 DEPORTIVO CUENCA

Competição: Copa Sul-Americana, 6ª rodada
Local: Vila Belmiro, em Santos
Árbitro: Jhon Opsina (COL)
Cartões amarelos: Gustavo Henrique, Luan Peres e Adonis Frías (SAN) e Boolsen, Piedra e Chacón (DEP)

Gols: Gabigol, aos 13’/1ºT (1-0), Miguelito, aos 3’/2ºT (2-0), Gabriel Bontempo, aos 10’/2ºT (3-0),  

SANTOS: Gabriel Brazão; Igor Vinicius, Adonis Frias, Luan Peres e Escobar; Willian Arão, Gustavo Henrique (Samuel Pierri, aos 25’/2ºT) e Miguelito (Rony, aos 22’/2ºT); Gabriel Bontempo (Lautaro Díaz, aos 22’/2ºT), Barreal (Robinho Jr, aos 36’/2ºT) e Gabigol (Moisés, aos 36’/2ºT). 

Técnico: Cuca

CUENCA: Facundo Ferrero; Ignacio Mosquera (Chacón, no intervalo), Patricio Boolsen, Iván Piedra, Carlos Arboleda (Melvin Díaz, no intervalo) e Yeltzin Erique; Mateo Maccari (David González, no intervalo), Bryan García e Edison Vega; German Rivero (Leguizamón, no intervalo) e Jorge Ordóñez (Morocho, aos 21’/2ºT). 

Técnico: Jorge Celico

O "Rayo" Rodrygo acompanhou a partida ao lado do Príncipe Neymar

NOTAS DOS JOGADORES DO SANTOS 

Brazão - Na única vez que foi exigido, pegou um pênalti. - 6,5

Igor Vinícius - Deu a assistência para o primeiro gol. Sempre que a bola passava pelo camisa 18 saía algo interessante. - 6,5

Adonís - Pouquíssimo exigido defensivamente. - 5,5

Luan Peres - No segundo tempo errou mais na saída de bola do que o normal. - 5,0

Escobar - O jogo exigia do Peixe apenas na parte ofensiva. Ali o argentino não vai ajudar nunca. - 5,0

Arão - Um dos principais responsáveis pela lentidão na saída de bola é o camisa 15. - 4,5

Gustavinho - Um dos poucos que levou esse e outros jogos da "Sula" a sério. - 6,0

Bontempo - Participou de forma magnífica do primeiro gol e marcou um golaço no terceiro. - 7,0

Miguelito - Oficialmente não fez seu primeiro gol no profissional. O que valeu foi contra e o outro foi anulado. Chamou muito jogo. - 6,5

Barreal - Jogadas mais promissoras aconteciam do lado oposto ao seu. - 5,5

Gabigol - Quando acionado em posição legal, aproveitou. - 6,5

Lautaro - SEM NOTA

Rony - SEM NOTA

Samuel Pierri SEM NOTA

Robinho SEM NOTA

Moisés SEM NOTA

(*) Pedro La Rocca - Estudante de jornalismo, repórter na Energia 97FM.

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