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Publicado às 08h desta sexta-feira, 21 de Maio de 2021.

Na noite desta quinta-feira (20), Boca Juniors (ARG) e Barcelona (EQU) empataram em 0 a 0 pela quinta rodada da Libertadores, em partida válida pelo grupo C. Com o resultado, o pior para o Santos, os argentinos reassumiram a segunda colocação da chave. Com isso, o Peixe só avança a fase de mata-mata, se vencer na próxima quarta-feira (26), os equatorianos em Guayaquil e o The Strongest (BOL), no mínimo, empatar diante dos Xeineses argentinos no La Bombonera, em Buenos Aires.

Com o ponto conquistado fora de casa, o Barcelona chegou aos 10 e garantiu antecipadamente vaga nas oitavas, não tendo que vencer o Santos na última rodada. Já, o Boca depende apenas de uma vitória contra o The Strongest em La Bombonera para se classificar. Os brasileiros com seis, mesma pontuação dos bolivianos, porém com melhor saldo (+1 contra -7), completam a classificação do grupo.

Com apenas duas vitórias em cinco jogos, o Santos está prestes a repetir a pior participação de sua história na competição continental. Das 16 participações até aqui, o alvinegro só caiu na primeira fase, no longínquo ano de 1984, ou seja, há 37 anos. Na oportunidade, só um clube avançava a fase seguinte e o Glorioso da Vila teve apenas uma única vitória em uma chave que tinha o Flamengo, além dos colombianos América de Cali e Atlético Junior Barranquilla.

O terceiro colocado do grupo recebe como prêmio de consolo, a participação na Copa Sul-Americana.

Para o duelo da quarta-feira (26), em Guayaquil, o Santos não terá o futebol de Alison expulso após o apito final na última terça-feira (19) em La Paz, diante do The Strongest e Jean Mota que recebeu o terceiro amarelo. Em compensação, o técnico Fernando Diniz, que cumpriu suspensão na última rodada, poderá comandar o time no banco de reservas. Outro provável retorno e a volta do atacante Marinho, que se recupera de lesão de grau um na coxa esquerda.

O Santos estreia no Campeonato Brasileiro, dia 29 diante do Bahia. Até o momento, mesmo sem o 'transferban' (punição por falta de pagamento que impede que o clube registre novos jogadores), o alvinegro praiano ainda não contratou reforços para a competição nacional e nem conseguiu um 'homem forte' para suprir a lacuna de Executivo de Futebol, cargo vago há mais de cinco meses, desde a demissão de Felipe Ximenes.


 

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