ESCLARECIMENTO

O Blog do Ademir Quintino esteve fora do ar desde sexta-feira devido a problemas na antiga hospedagem. Em decorrência do mesmo, todo o banco de dados anexados ao blog foi perdido.
Então, a partir de hoje uma nova fase se iniciará. Primeiramente neste layout provisório em que vou manter as atualizações diárias, para posteriormente disponibilizar a todos os internautas uma versão muito mais moderna com o conteúdo de credibilidade construída ao longo dos últimos anos.

Atenciosamente.
Ademir Quintino.


1 Comentários

  1. Ademir, gostaria de lembrar, sobre o estádio, que além de fazê-lo próximo a Interligação Imigrantes-Anchieta, seria de extrema importância a infraestrutura de transporte ao estádio. Com a construção do futuro VLT ligando Santos e São Vicente, um projeto cabível seria a da construção de um ponto de ônibus especial a partir de uma de suas estações, para que os torcedores pudessem usufruir de um serviço gratuito de transporte (como o Liverpool costuma fazer, já que o serviço de metrô não atende a região de seu estádio).

    Além de uma saída do VLT, poderia ser pensado, também, um projeto que visasse microonibus pagos saindo do centro de Santos (ali próximo a S. Francisco), centro de S. Vicente (próximo a Pres. Wilson\J. Emmerich) e também do centro de Praia Grande (Av. Presidente Costa e Silva). Com um valor baixo (1 real por viagem, por exemplo) e o espaço temporal de 30 minutos (se a partida é aprox. 16h, um exemplo seria o primeiro sair as 14:30, o segundo as 15h, o terceiro as 15:30). Assim, claro, como horários visando o término da partida, para que o mesmo torcedor, pelo mesmo valor (ou até já pago no momento da ida), volte confortavelmente para seu lar. Além, claro, de ônibus de viagem, pago, saindo do Metrô Jabaquara com destino exclusivo ao estádio.

    Eu vejo o Santos com uma opção viável de encher sua nova arena, sendo no município de Cubatão. Primeiramente, ela passa pelo oferecimento do transporte público. Se o munícipe santista já não comparece ao Urbano Caldeira (bem localizado próximo aos canais 1-2), imagino que se for longe e apenas com o modal do carro, esse cidadão será menos estimulado ainda a comparecer. O segundo ponto seria oferecer melhores condições de transporte e segurança para os santistas residentes no restante da Baixada Santista. É complicado aos residentes, por exemplo, da Praia Grande de acompanharem jogos 22h no Urbano Caldeira. Saindo 0h do estádio, há poucas opções da Viação Piracicabana e, dependendo como for, teria que pegar outro ônibus em Praia Grande. Com o risco que qualquer região metropolitana oferece, muitas pessoas sentem medo e preferem pagar o Pay-Per-View do que realmente irem ao jogo. Talvez uma mudança nesse horário abusivamente tarde também pudesse surtir efeitos positivos, especialmente para a população paulistana.

    Enfim, faço esse comentário mais para elucidar um ponto que pouquíssimo é abordado no Brasil. Normalmente, Ademir, quando observamos as cidades brasileiras, vemos que os empreendimentos imobiliários são feitos e pouco é pensado em como a população ali concentrada irá se locomover. É um problema tão gritante que hoje a cidade de São Paulo clama por mais transporte - enquanto a população sofre no transporte público de baixa qualidade.

    Desculpe ter escrito aqui, foi o ponto onde acessei seu vídeo e resolvi comentar. Espero que as idéias tenham sido úteis (não sei se já havia refletido sobre isso), afinal, acho que todos nós santistas queremos mais é um estádio cheio, empurrando o Santos para cima de qualquer adversário.

    Abração,
    Rodrigo A. Almeida

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